Sem espaço para euforia na Seleção feminina de vôlei

Cinco jogos, cinco vitórias, todas por 3 sets a 0. Motivos para euforia na Seleção feminina de vôlei antes das quartas de final contra a China, hoje, às 22h15, no Maracanãzinho? Nem tanto. As bicampeãs olímpicas usam o próprio exemplo em Londres-2012 para repelirem o favoritismo, deixando a empolgação para o torcedor.

Há quatro anos, o Brasil saiu em quarto lugar da sua chave, algo que as chinesas repetiram agora. E em Londres, em jogo inesquecível pelas quartas, as brasileiras eliminaram a Rússia, que havia feito uma primeira fase impecável.

- Sabemos que nos Jogos Olímpicos tudo pode acontecer, principalmente a partir de agora. Naquele episódio (Londres), todos pensaram que nosso time estivesse morto e nós revivemos. Agora temos que usar isso coimo exemplo e buscar essa vaga na semifinal - disse Sheilla, que teve uma atuação elogiável na vitória sobre a Rússia, no domingo, marcando 18 pontos.

Além de usar Londres-2012 como freio para a empolgação do time, o técnico José Roberto Guimarães tem imagens mais recentes na memória sobre o time chinês. No último Grand Prix, a equipe comandada por Lang Ping encerrou um jejum de 16 partidas sem vencer o Brasil, com um incontestável 3 a 0. Para Zé Roberto, aquele resultado deve servir de lição hoje.

- Nós tomamos um couro. Não vimos a bola. É um adversário carne de pescoço, começou não tão bem a competição mas já melhorou bastante - disse.

Mas o técnico, muito supersticioso, teve um motivo para gostar sim do rival nas quartas. Tanto em Londres-2012 quanto em Pequim-2008 o Brasil passou pela China antes de conquistar o ouro. Que a história se repita por este viés!

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