Se mantiver astros até o fim do ano, Santos deve inflacionar folha salarial

Além do dilema entre cumprir a promessa de manter seu elenco até o fim da temporada e negociar jogadores com o futebol europeu para aliviar o comprometido caixa, a diretoria do Santos terá novo quebra-cabeça pela frente.

Apesar de ter "escolhido" o volante Thiago Maia para ser vendido ao futebol europeu nesta janela e já discutir com Napoli e Chelsea, o Peixe não terá vida fácil para manter Gabigol e Zeca até o fim do ano.

Em evidência no mercado, principalmente pela disputa dos Jogos Olímpicos pela Seleção, a dupla desperta interesse de diversos clubes. Ciente disso, a diretoria alvinegra sabe que terá de "recompensá-los" em caso de permanência e pode inflacionar ainda mais os gastos mensais e a folha salarial do time.

O caso mais "simples" de ser resolvido é do atacante Gabigol. Antes dos Jogos, Santos e o atacante chegaram a um termo para renovar o vínculo que se encerra em 2019 até 2021. No novo acordo, Gabigol seria um dos mais bem pagos.

Já em relação a Zeca, a diretoria inicialmente não tem a intenção de oferecer reajustes aos vencimentos do lateral. O estafe do jogador, entretanto, admite nos bastidores que um aumento salarial será decisivo pela permanência até 2017.

No início deste ano, valorizado e já assediado, Zeca recebeu aumento e passou a ganhar R$ 80 mil mensais. Agora, após proposta do Atlético de Madrid recusada durante o Paulistão, o estafe do lateral quer reajuste para R$ 150 mil por mês.

Como o PSG também se aproximou de Zeca recentemente, o lateral-esquerdo espera que a diretoria aceite o reajuste caso opte por recusar nova investida em seu futebol.

Com mais um entre tantos outros dilemas, o cerco vai se fechando e o prazo acabando. Qual será o Santos para o final da temporada?

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