Tite fala sobre divisão de liderança na condição de capitão da Seleção

O tema capitão da Seleção Brasileira segue como um dos mais debatidos sempre que acontece uma coletiva do treinador da equipe verde e amarela. Tite, que nesta segunda-feira anunciou sua primeira lista desde que assumiu o cargo (para os jogos com Equador e Colômbia), não fugiu dos questionamentos.

O fato de Neymar ter revelado após a conquista do ouro olímpico, sábado passado no Maracanã, que abria mão de ser o dono do posto aumentou ainda mais os questionamentos. Tite se mostrou tranquilo com o tema e revelou uma conversa com o atacante do Barcelona após o triunfo sobre a Alemanha.

- Acabou o jogo (contra a Alemanha), fomos cumprimentar os atletas, no vestiário eu dei um abraço no Rodrigo caio e falei que legal que vocês lembraram do Prass. Quando veio o Neymar, ele me falou que não quer ser capitão. Falei pra ele curtir com a família, vibra com momento da conquista, deixa isso pra depois. Liderança tem aspecto técnico, ele é uma liderança técnica, tem liderança de atleta que se externa de forma publica, passa ideias, existe o do exemplo. Não me ative a esse aspecto, muitos podem ser diante dessas diversas facetas - afirmou Tite, que vem também em Miranda e Daniel Alves outras características para dividir a liderança com Neymar:

- A tendência é a manutenção do Miranda, que foi o ultimo capitão, Daniel Alves que foi outro. Neymar deve permanecer. Cada um tem que assumir um pouquinho da responsabilidade. Se a gente divide alegria, vamos dividir responsabilidade também - analisou.

Neymar, como de praxe, rendeu boa parte das perguntas dos jornalistas, sobretudo pela proximidade dos dois primeiros jogos de Tite como técnico da Seleção. A questão do posicionamento foi debatida e o comandante do Brasil revelou que vai colocar o camisa 10 no local onde ele render mais.

- Onde Neymar tem rotina maior no lugar, que é do lado esquerdo, onde joga no Barcelona e tem rotina no lugar. Conversei com o Dorival Júnior e o Muricy Ramalho. Mas ele pode ser utilizado de forma central dentro da necessidade do jogo, mas sempre deixando atleta onde se sente mais confortável para jogar. Ali ele pode produzir mais, esse é um objetivo meu - finalizou.

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