Sem poder de reação, São Paulo luta contra própria cabeça no Brasileirão

A quatro pontos de distância da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, o São Paulo está pressionado. Pela média necessária para escapar da queda, desde que a Série A passou a ter 20 clubes em 2006, a tarefa tricolor não parece tão difícil: fazer mais dez pontos nos 11 finais. O problema é que buscar viradas e reações não tem sido nada comum no Morumbi.

O revés por 2 a 0 para o Vitória no último domingo, em Salvador, foi o jogo de número 60 do clube na temporada. São 15 empates, 23 derrotas e 22 vitórias, sendo apenas uma conquistada após uma virada. O feito único aconteceu ainda no Campeonato Paulista, quando o Oeste abriu o placar na reabertura do Morumbi, mas Hudson e Maicon, nos acréscimos, reverteram o tropeço.

Já em oito ocasiões, a equipe conseguiu, ao menos, buscar um empate - sete vezes por 1 a 1, contra Cesar Vallejo (PER), Trujillanos (VEN), Santos, Linense, The Strongest (BOL), Coritiba e Corinthians, e uma por 2 a 2, diante da Chapecoense. A regra, porém, tem sido o abatimento dos jogadores quando saem atrás do placar e até mesmo quando sofrem o empate, como nos 2 a 1 para o Palmeiras, no segundo turno do Brasileirão.

- Quando a gente tomou o primeiro gol (do Vitória), com a parte física, o time deu uma baqueada. Mas as pessoas que podem mudar isso somos nós mesmos. E no sábado, diante da nossa torcida, temos que começar essa virada. Cada jogo será uma decisão. O jogador que não viver isso estará totalmente diferente do grupo. Serão 11 finais para nos distanciarmos da zona e terminarmos o ano mais felizes - cobrou Rodrigo Caio.

O jogo citado pelo zagueiro está marcado para as 16h de sábado, contra o Flamengo. Os cariocas estão na segunda posição da Série A, a um ponto do líder Palmeiras (64 a 63). Já os tricolores têm 34, na 12ª posição.

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