Presidente do Corinthians aprova G6 no Brasileirão, mas vê pressão maior

A notícia de que os seis primeiros do Campeonato Brasileiro disputarão a próxima Libertadores da América animou o Corinthians, hoje na sétima colocação, com 41, apenas um a menos que o sexto Atlético-PR. O presidente do Timão, Roberto de Andrade, aprovou a mudança oficializada no último domingo, mas também vê uma pressão maior.

- Acho excelente. Hoje não é possível dizer que seria impossível o Corinthians chegar ao G4, mas teria que ter uma boa sequência. Agora, com o G6, está mais fácil de alcançar, mas a pressão também é maior, sem dúvida nenhuma. A Libertadores agora fica diferente, são 16 clubes para depois irem quatro para a fase de grupo. São duas fases de mata-mata antes. Por isso, as dificuldades existem ainda, para chegar ao G6 e depois na fase de grupos. Mas vejo com bons olhos, pela importância do Brasil. Acho que foi merecido - avaliou.

Roberto de Andrade aproveitou sua entrevista coletiva nesta terça-feira para falar sobre as polêmicas com a arbitragem. O Corinthians esteve envolvido em jogos que geraram muitas reclamações dos adversários, contra Fluminense (pela Copa do Brasil) e Corinthians, mas também teve erros recentes contra, contra o próprio Fluminense e Botafogo.

O presidente voltou a falar que é contra a reclamação pública, minimizou as críticas dos adversários e ainda absolveu os árbitros. Por outro lado, Roberto de Andrade disse que já mostrou sua insatisfação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

- Erro só aconteceu nos últimos três jogos? Isso acontece sempre. O choro do adversário cabe a ele. Toda vez que o placar é adverso, o outro time reclama. Qual erro houve no jogo contra o Fluminense? Os três gols anulados estavam impedidos. Não tenho o que falar. A gente sabe nossa postura, sabemos que tem erro a favor ou contra. Não só com o Corinthians, é com todo mundo. São três pessoas num lance de segundo e ainda tem interpretação. Reclamaram quando o placar foi adverso, e isso deixa menor a reclamação- disse.

- Se a gente for ficar falando toda hora de ser favorecido ou não, vamos ficar falando só disso, porque acontece em meia dúzia de jogos por rodada. Acho um assunto desgastante, desrespeitoso ao profissional trabalhando na partida. A gente cansa de ver erro de lateral invertido, falta que não existiu. Eu reclamo no lugar certo, falando na CBF como eu faço, não precisa fazer barulho, falando com vocês, que nem fazem - completou.

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