Piqué revela que anúncio de largar seleção foi precipitada, porém firme

Na tradicional coletiva de imprensa na véspera de um duelo pela Liga dos Campeões, Piqué foi o escolhido pelo lado do Barcelona. Mesmo a poucas horas do jogo contra o Manchester City, pelo Grupo C, o zagueiro não conseguiu fugir da última polêmica na seleção espanhola.

De acordo com Piqué, a decisão de se aposentar da Fúria após a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, foi anunciada com "firmeza", porém foi feita de forma "precipitada".

- A decisão é firme. Talvez os acontecimentos tenham se precipitado na Albânia. Não queria comunicar naquele momento, mas fiquei irritado com uma notícia falsa e senti que deveria dizer. Li que o Marca, o As, o Twitter e a marionete do Florentino (Perez, presidente do Real Madrid) me tiraram, mas não foi assim. Foi uma decisão que eu tomei. Acho que mereço sair de cena quando e como quiser depois de 10 anos na seleção, caso nós conquistemos a classificação à Copa. Tenho outros muitos anos com as seleções de base. Creio que a melhor opção é sair depois da Copa e dar espaço para as gerações que virão - disse Piqué, nesta terça-feira.

O caso embaraçoso aconteceu no início do mês, na vitória da Espanha sobre a Albânia por 2 a 0, fora de casa, pelas Eliminatórias. Ao cortar as mangas da camisa da seleção, ele teria rasgado as cores do país. O fato resultou em uma repercussão negativa e o fez chegar ao anúncio.

No dia seguinte, a imprensa de Madri - citada pelo Piqué - baixou a guarda e se posicionou ao lado do jogador do Barcelona. Em Madri, local onde o zagueiro tem o maior grau de rejeição, os jornais "As" e "Marca" elogiaram a trajetória de Piqué pela seleção.

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