Edílson reconhece erro, mas diz que socos em Dourado foram um revide

O Gre-Nal 411 de domingo não acabou com o apito final de Francisco Carlos do Nascimento. As expulsões de Edílson e Rodrigo Dourado renderam muita polêmica, "discussão" entre os perfis dos clubes no Twitter, ameaças no Instagram do gremista e chegarão ao STJD. Um dos personagens da polêmica, o lateral gremista concedeu coletiva nesta segunda-feira, garantiu ter pedido desculpas ao técnico Renato Portaluppi e aos companheiros, mas não ao colorado. O motivo? Ele garantiu que os socos desferidos contra Dourado - quem não considera um amigo - foram um revide.

- Gre-Nal sempre é um jogo com adrenalina a mil, nervos à flor da pele. No lance, começou com o Vitinho dando dois socos no Kannemann, eu acabei chegando com tudo. Não sou louco de chegar dando porrada do nada. Errei de ter acertado o soco nele, mas só fiz o que fiz porque foi um revide - disse o camisa 33, no CT Luiz Carvalho, para completar:

- Se virem o lance, o braço dele (Dourado) pega no meu nariz, comecei a sangrar e revidei. Quero deixar bem claro que eu errei, já pedi desculpas aos meus companheiros, quero pedir desculpa ao Renato, à torcida maravilhosa que estava lá. Só aconteceu porque foi um revide, não sou louco, até porque teria que ir para o UFC, não jogar futebol.

Sobre as ameaças de morte que tem recebido em fotos no Instagram, o lateral afirmou não estar preocupado com o fato.

- Nem leio, é uma empresa do Rio de Janeiro que cuida do meu Instagram. Não tenho medo de nenhuma ameaça, não. Foi dentro de campo e espero que isso não gere violência - destacou Edílson, que ainda garantiu não ter o receio de ser taxado de um jogador violento.

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