Apesar da mudança de cenário, o ambiente segue bom no Botafogo

  • Rubens Cavallari/Folhapress

Os ventos mudaram em General Severiano, inegavelmente. Quando as sete partidas de invencibilidade viram três sem vencer; quando o tempo sem gols já passa de 300 minutos; quando a gordura para o primeiro time fora do G6 praticamente some, a tendência é o ambiente de muitos sorrisos ser alterado. E o técnico Jair Ventura já previa isso logo após a derrota para a Chapecoense, na Arena da Ilha, na quarta-feira.

"Já começa a mudar... já vira para três sem vencer e nós sabemos das nossas responsabilidades. Vamos buscar a outra fase que é melhor. Sem empatar, vamos voltar a vencer. O que fizemos mais foi vencer. Isso é o mais importante", entende o treinador.

Porém, a reapresentação, nesta quinta-feira, teve clima aparentemente leve na sede do clube. Após o período na parte interna, os jogadores que foram a campo não pareciam abatidos. O meia Camilo pede compreensão ao mau momento da equipe e lembra as chances criadas - ele próprio acertou a trave e o travessão do goleiro Danilo.

"Tentamos de todas as maneiras, a bola não quis entrar. Às vezes isso incomoda um pouco, mas estamos cientes de que estamos fazendo um bom trabalho", contemporiza.

Capitão e um dos mais experientes da equipe, Carli é um que admite que, dos três jogos sem vencer, a derrota é que mais lhe incomoda.

"Depois de uma derrota fica pior o ânimo para trabalhar. Mas saímos conscientes de que estamos na quinta posição e teremos um grande desafio no final de semana", diz.

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