Inter rebate CBF após acusações de falsificação de documentos

A polêmica não tem fim! Após a acusação da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) nesta sexta-feira, de que o Internacional teria falsificados os documentos no caso Victor Ramos, dirigentes do clube gaúcho deram uma coletiva no início da noite, rebatendo tudo que foi dito.

- Tenho que discutir no processo, mas entendo que, neste momento, depois de tudo que se disse hoje, a consequência desta nota, deste posicionamento da CBF, que não vou discutir intenções, mas a consequência objetiva é que se coloca em xeque se o Inter tomou a atitude de má-fé. E quanto a isso, quero deixar muito claro: o Internacional defende a autenticidade dos documentos com a maior tranquilidade. Foram provenientes de fonte absolutamente fidedigna e envolvida na transferência do atleta - disse Daniel Cravo, um dos advogados do Inter.

Cravo ainda afirmou que o clube não pretende ir à justiça comum para ter um fim no caso e também apontou o erro da situação do zagueiro do Vitória.

- O Inter não cogita ir para a justiça comum. Dependendo do arquivamento, vamos analisar uma alternativa.

- A transferência foi feita como se fosse nacional e é ali que está a irregularidade - completou.

Mais cedo, o vice jurídico do clube colorado, Giovani Gazen garantiu os documentos não são falsos, na documentação do zagueiro que foi enviada ao STJD.

- Essa possibilidade não existe (de os e-mails serem falsos). Os documentos não são falsos nem inventados.

O caso Victor Ramos foi arquivado pelo STJD, porém o clube ainda continua tentando reverter o jogo para comprovar a irregularidade que eles acreditam haver na situação do zagueiro. Neste domingo, o Inter encara o Fluminense, fora de casa, às 17h.

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