Carol Portaluppi diz que sofre com assédio de jogadores: "É homem comum"

  • Lucas Uebel/Grêmio

    Carol Portaluppi roubou a cena na semifinal da Copa do Brasil

    Carol Portaluppi roubou a cena na semifinal da Copa do Brasil

Carolina Portaluppi, filha de Renato Gaúcho, fez sucesso na final da Copa do Brasil. Ela entrou em campo ao fim da partida e comemorou o título com o pai, comissão técnica e jogadores. Em entrevista à "Revista Marie Claire", a jovem de 22 anos, que estuda jornalismo, contou sobre a emoção de comemorar a conquista do time de coração.
 
"Foi uma honra entrar com meu pai, é algo que vou levar para a vida e vou contar para meus filhos e netos. Ele [Renato Gaúcho] faz questão que esteja ao seu lado, nos momentos de vitória ou não", disse.
 
Em novembro, na semifinal da competição, Carol também invadiu o gramado da Arena Grêmio. Naquela ocasião, a atitude da jovem gerou polêmica e rendeu até mesmo uma punição - que foi anulada, em seguida, após um efeito suspensivo. Por causa disso, ela fez questão de frisar que estava com credencial na final.
 
"Polêmica sempre tem, mas é comum os familiares e a equipe técnica irem comemorar junto com os jogadores", afirmou.
 
Apesar de a jovem morar no Rio de Janeiro e seu pai, atualmente, em Porto Alegre, eles são bem próximos. Uma perda importante na vida do técnico do Grêmio fez com que esses laços ficassem ainda maiores. " Eu e minha avó éramos as paixões da vida dele, e quando ela faleceu, todo aquele amor veio para mim. Tento suprir a falta que deixou", frisou.
 
Carol confessa que Renato é ciumento e explica como é a relação de seu pai quando a jovem tem um namorado. " Ele não é ciumento só comigo. Na verdade, é ciumento com todo mundo [risos]. Quando estou com alguém, ele respeita, não pega no pé. Mas eu ando de mãos dadas com ele e não com o namorado. Também não beijo na frente dele", disse. 
 
Todo o destaque que a jovem teve com sua comemoração, amor pelo futebol e também por seus atributos físicos, fez com que seu número de seguidores no instagram ultrapassasse os 500 mil. Com isso, o assédio dos homens, até mesmo alguns jogadores, também se tornou maior.
 
"Jogador é homem comum, e ainda tem o meio em que vivo... É meio inevitável. Mulher sofre muito assédio e a rede social a deixa mais exposta", afirmou.
 
O assédio não assusta a estudante de jornalismo. No sétimo período da faculdade, Carolina conta que quer trabalhar na TV, mas ainda está em dúvida sobre qual área seguir.
 
"Vivo no esporte, tenho uma certa tendência a querer trabalhar nesse meio. Mas também gosto muito de entretenimento. Já trabalhei na TV com humor. Consigo me imaginar nessa área, porque sou solta, brincalhona."
 
A jovem, fã dos apresentadores Fernanda Gentil e Tadeu Schmidt, falou também sobre algumas de suas inspirações na TV. "Gosto muito do William Bonner e também Luciano Huck, além da Sabrina Sato", admitiu.

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