Em refúgio no interior, Rodrigo Caio vê 2016 como melhor ano da carreira

  • Ueslei Marcelino/Reuters

Se o São Paulo precisou se contentar com uma semifinal de Libertadores e com o fato de terminar o Campeonato Brasileiro entre os dez primeiros, Rodrigo Caio pode se orgulhar de algo mais: as primeiras convocações para a Seleção Brasileira principal, o ouro olímpico nos Jogos do Rio de Janeiro e a marca de 200 jogos pelo Tricolor.

"Sem dúvida, foi o ano mais especial da minha carreira, de conquistas e aprendizado. Tive uma grande evolução e me firmei. Também tive uma temporada inesquecível na Seleção. O ouro olímpico foi a maior alegria da minha vida. Foi histórico e ficaremos marcados para sempre. Batalhamos muito. E também tive as convocações para a Seleção principal, que é o sonho de qualquer jogador. Felizmente consegui realizar", destacou.

Rodrigo agora descansa na cidade de Dracena, onde nasceu e moram seus familiares. Lá, busca refúgio para descansar de uma temporada longa e de superação em que ajudou - assim como em 2013 - a salvar o São Paulo do rebaixamento. Também foi valorizado por propostas da Europa no meio do ano, que agora fazem com que o Tricolor corra para oferecer um contrato mais longo e com salários equivalentes ao status de um dos pilares do elenco.

"Tudo irá mudar com a chegada do Rogério Ceni. Juntos, vamos recolocar o São Paulo no caminho dos títulos. Temos condições de vencer e conquistar títulos. Jogar no São Paulo e vestir esta camisa tem um peso muito grande. Não podemos brigar na parte debaixo da tabela. Temos que brigar pelo título sempre, e acredito que teremos uma mentalidade diferente com o Rogério como técnico, porque ele tem história", projetou.

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