Nova diretoria do Palmeiras quer melhorar relação com uniformizadas

Depois de quatro anos de uma relação ruim na gestão de Paulo Nobre, o novo presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, quer melhorar o tratamento com as torcidas uniformizadas do clube. A diretoria já pensa em formas de criar um relacionamento com "respeito mútuo", mas sem privilégios.

De acordo com a informação da Folha de S. Paulo, uma das medidas será recolocar as organizadas na Arquibancada Amarela em jogos no Pacaembu. Historicamente as torcidas lá ficavam, mas desde a abertura do Allianz Parque, Nobre os deixava no Tobogã, por ser o setor mais barato do estádio municipal, assim como é o Gol Norte na arena. Segundo a antiga diretoria, a decisão se baseava na segmentação do Avanti.

Para os jogos fora de casa, o clube quer voltar a comercializar nas bilheterias do Palestra os ingressos, caso o mandante os disponibilize. A atual cúpula não quer dar preferência, mas sim facilitar a comercialização para os palmeirenses que vão de São Paulo para as partidas fora do estado.

Paulo Nobre rompeu com as torcidas uniformizadas em 2013, após o confronto com a delegação no aeroporto em Buenos Aires (ARG). Desde então, a relação se tornou ainda mais difícil e terminou com o ex-presidente apoiando o bloqueio na rua Palestra Itália antes dos jogos, minando a festa que as torcidas há anos fazem naquela região.

A gestão de Galiotte tem sido bem diferente da anterior, mesmo que ele tenha sido o primeiro vice de Nobre durante os quatro anos. Além disso, o presidente vai aprovar a candidatura de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo, após o ex-dirigente tentar vetá-la do pleito. Por conta destas diferenças, os dois se distanciaram e já não se falam.

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