Craque da Seleção e das palavras, Tostão completa 70 anos

Um dos maiores patrimônios do futebol brasileiro completa nesta quarta-feira 70 anos. Eduardo Gonçalves da Silva foi apresentado ao mundo como Tostão, jogador de futebol refinado que atuou como ponta-de-lança e centroavante e fez história no Cruzeiro e na Seleção Brasileira.

No clube celeste, colecionou títulos mineiros e ainda deixou no bolso o Santos de Pelé em uma fantástica decisão da Taça Brasil de 1966. Convocado para o escrete canarinho, disputou a Copa de 1966 mas, no ano de 1970, chegou ao seu ápice, conquistando o Mundial com jogadas e gols ao lado de uma equipe histórica, com Pelé, Rivellino, Gerson e Jairzinho.

Porém, um descolamento de retina o fez deixar os gramados já em 1972, quando era a estrela do Vasco. Passou então a dedicar-se aos cursos de Medicina na UFMG, e de fisioterapia, na Faculdade de Ciências Médicas, exercendo a profissão e sendo professor.

Voltou a ter contato com o futebol décadas depois, desta vez como craque da caneta, como colunista no "Estado de Minas". Atualmente, escreve na "Folha de São Paulo" e tem dois livros publicados: "Tostão - Lembranças, Opiniões e Reflexões sobre Futebol", em 1997, e "Tempos vividos, sonhados e perdidos: um olhar sobre o futebol, nas livrarias desde o ano passado.

O LANCE! recorda em uma galeria algumas das memórias que Tostão deixou na lembrança dos torcedores.

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