Conselho vai julgar impugnação de Leila Pereira no início de março

Leila Pereira, dona da Crefisa, foi eleita conselheira do Palmeiras com votação recorde no último sábado, mas ainda precisa superar mais uma barreira para exercer o mandato de quatro anos: está prevista para o dia 6 de março, antes da cerimônia de posse dos novos conselheiros, a votação que pode impugnar a candidatura dela. Os membros do atual Conselho Deliberativo, e não os recém-eleitos, é que julgarão o caso.

Os conselheiros que entraram com pedido de impugnação se baseiam no argumento usado por Paulo Nobre, que tentou brecar a candidatura da dona da Crefisa no último ato de seu mandato: ela seria sócia do clube desde 2015, e portanto não teria os oito anos necessários para concorrer. Mustafá Contursi, ex-presidente do clube, alega que deu a ela um título de sócia benemérita em 1996, versão aceita pelo atual mandatário, Maurício Galiotte, o que permitiu que 248 sócios pudessem votar nela no último fim de semana.

A expectativa no clube é que o Conselho aprove a candidatura de Leila. O motivo: ela faz parte da chapa Palmeiras Forte, capitaneada por Mustafá, que exerce grande influência sobre o órgão. Comenta-se no clube que a única possibilidade de o resultado ser outro é se a votação for secreta.

José Roberto Lamacchia, marido de Leila, recebeu 62 votos e também foi eleito. Ele foi o terceiro mais votado da chapa Palmeiras Forte.

Dos 76 conselheiros eleitos, 27 são da Palmeiras Forte, 27 são da chapa Palestra, 13 são da UVB e nove são da Academia, chapa apoiada por Paulo Nobre. Os 15 suplentes estão divididos entre Palestra (seis), Palmeiras Forte (cinco), UVB (dois) e Academia (dois).

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