Pimenta diz que só espera 'redenção' após Aidar se perder no São Paulo

No lançamento da chapa "São Paulo Unido e Vencedor" para as eleições presidenciais do São Paulo, na última quarta-feira, o candidato José Eduardo Mesquita Pimenta afirmou que poderia estudar a volta do ex-presidente Carlos Miguel Aidar ao quadro de sócios do clube. A declaração incomodou torcedores nas redes sociais e Pimenta emitiu nota para se explicar.

Assim como já havia falado no lançamento de sua chapa, o candidato fez paralelo com a legislação brasileira, que proíbe penas acima de 30 anos de reclusão, para dizer que a punição aplicada Aidar no ano passado não pode ser perpétua. Alvo de denúncias de corrupção, o presidente eleito em 2014 renunciou em outubro do ano seguinte, mas só foi expulso do clube devido a briga com seu ex-vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro.

- Fiz referência às leis brasileiras e ao modelo de sociedade na qual o São Paulo Futebol Clube se enquadra. Aidar teve grandes feitos no passado, mas se perdeu em seu retorno. Que um dia encontre a redenção dos seus atos. Mas comigo não trabalhará - afirmou Pimenta, reforçando que o discurso era sobre uma volta apenas ao quadro de sócios, e não à diretoria.

Por fim, no comunicado emitido pela assessoria da chapa da oposição, Pimenta reitera que sempre foi rival político de Aidar. Um dos aliados dos oposicionistas, inclusive, é o empresário Abílio Diniz, que chegou a apoiar o sucessor de Juvenal Juvêncio, mas depois ajudou o atual presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, candidato da situação, até a renúncia ser consumada. Rapidamente, porém, Diniz rompeu com Leco e voltou à oposição.

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