Com última parcela da venda de Jesus, Palmeiras inicia 2017 no azul

  • Nelson Almeida/AFP

O Palmeiras iniciou 2017 com um superávit de R$ 463 mil. A última parcela da venda de Gabriel Jesus está entre as receitas que fizeram o clube terminar o mês de janeiro no azul. Depois de pagar 9,5 milhões de euros (à época R$ 35 milhões) em agosto, o Manchester City (ING) depositou 3 milhões de euros (quase R$ 10 milhões) no início do ano.

O clube inglês ainda repassou os 12 milhões de euros (R$ 39 milhões) do jogador e de seu empresário, Cristiano Simões, além dos 7,2 milhões (R$ 23 milhões) que seriam do ex-agente do jogador, Fábio Caran. Essa última quantia, contudo, está por enquanto em uma conta à parte do Palmeiras, já que o clube e o empresário disputam a quantia na Justiça. Enquanto não sair uma decisão nos tribunais, o valor ficará separado.

O Palmeiras teve um aumento tanto nas receitas (R$ 6,1 milhões a mais) quanto nas despesas (R$ 7,5 milhões a mais) em comparação com o orçamento previsto para o período, mas isto não teve influência no resultado do balancete. No fim, o clube acabou com o superávit de R$ 463.007,48.

Neste começo de temporada o Palmeiras ainda recebeu perto de R$ 45 milhões do Esporte Interativo, a segunda parcela pelo acordo de transmissão de TV fechada a partir de 2019. O dinheiro já está nas contas do clube, mas não entrou como receita de janeiro por ser parte de um contrato futuro.

O Palmeiras vive bom momento financeiro, tanto que no ano passado terminou com um superávit de R$ 89,6 milhões. Para 2017, o clube ainda conta com um aumento no contrato de patrocinador - Crefisa e FAM, que antes pagavam R$ 66 milhões por ano para estampar suas marcas no uniforme, agora vão pagar R$ 74,2 milhões, contando os salários de Miguel Borja e excluindo o valor colocado para a contratação de jogadores.

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