Recuperado, Cavalieri pede: 'Espero que minha cota de lesões já tenha dado'

Com experiência de sobra na bagagem, Diego Cavalieri conviveu com uma incômoda situação nos últimos seis meses: lesões. Desde setembro do ano passado, o camisa 12 teve um problema muscular na coxa e uma entorse no tornozelo direito que o afastou da maioria dos jogos do Fluminense. Com uma carreira livre de lesões até então, o goleiro não esconde a chateação pelo o que aconteceu, mas, confiante no trabalho realizado, espera que seja o fim da fase.

- É difícil. Nunca tive um período longo assim, sem jogar, na minha carreira. Tive uma lesão muscular grave no fim do ano passado, voltei e numa entrada forte do Rodrigo acabei sofrendo uma entorse forte também. Enfim, é claro que depois da pré-temporada você acaba perdendo tudo, é preciso se recondicionar a parte física, muscular, e até técnica, de ritmo de jogo - afirmou Diego Cavalieri nesta sexta-feira, no CT Pedro Antonio, antes de completar:

- Muda bastante. Mas com os treinamentos, muita concentração, dedicação nos treinos, ajuda a diminuir esses problemas. Quanto a cabeça estou totalmente seguro, fiz um excelente trabalho junto ao departamento médico. Tenho que agradecer a todos. Antes de voltar aos jogos fiz todos os movimentos e isso vai te trazendo confiança. Quanto a lesão a gente nunca espera, mas dentro de campo você está sujeito a isso. Espero que minha cota já tenha dado.

Por conta da torção no tornozelo direito, sofrida na estreia do Fluminense na Taça Guanabara contra o Vasco, no dia 29 de janeiro, Cavalieri não participou da campanha do título sobre o Flamengo. Assim, o camisa 12 tem motivos de sobra para atuar na Taça Rio, apesar do "regulamento estranho", admite.

- Todo mundo (tem motivação). A gente não vê muito sentido no regulamento, é meio sem sentido na verdade. Mas sabemos que vestimos essa camisa, quando vamos para campo é uma responsabilidade muito grande e pelo fato de termos vencido a Taça Guanabara e já estarmos numa fase final, se não rendermos o esperado em dois ou três jogos a pressão vai existir. A gente trabalha com o objetivo de buscar as vitórias, a evolução da equipe e manter o alto nível. Vale como todos os jogos, a gente representa uma camisa muito forte, torcedores muito apaixonados e temos que procurar dar o melhor e nos entregar, apesar desse regulamento meio estranho.

MISTÉRIO TOTAL

O treino desta sexta-feira no CT Pedro Antonio foi integralmente fechado à imprensa. Quando os jornalistas só foram liberados para a coletiva de Diego Cavalieri, apenas Henrique Dourado e Sornoza estavam no gramado, fazendo abdominais. Assim, não houve nenhum indicativo da equipe que enfrentará o Nova Iguaçu, no domingo às 16h, pela segunda rodada da Taça Rio.

Abel Braga comanda um último treino, novamente no CT, na manhã deste sábado. A atividade está marcada para às 10h e será fechada à imprensa.

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