Ricardo Oliveira cai de rendimento em relação a 2015 e 2016

  • Daniel Vorley/AGIF

Nove rodadas. Esse é o número o qual o atacante Ricardo Oliveira não foi relacionado para jogar pelo Santos na temporada de 2017 pelo Campeonato Paulista. O técnico Dorival Júnior tem o costume de perguntar aos seus jogadores as condições que se encontram e se estão aptos para atuar em determinada partida. No caso do Pastor, caxumba e dores foram os obstáculos que teve que enfrentar neste ano.

Por consequência disso - caxumba e dores -, o camisa 9 caiu de rendimento em relação às duas temporadas anteriores em que realizou. Na soma de 2015 e 2016, o clube teve um aproveitamento de 107,7% com Ricardo em campo. Enquanto neste ano o atacante acumulou apenas 20%, resultando em uma baixa de 87%.

Artilheiro da temporada de 2015 e 2016, Oliveira havia brilhado no Paulista com participação em 18 jogos com 11 gols - em 2015 61,1% de aproveitamento- e no ano seguinte atuou em 15 jogos no Estadual e marcou 7 tentos -em 2016 com 46,6% de aproveitamento.

Recentemente as dores foi motivo para Ricardo deixar o gramado. Na segunda partida contra a Ponte Preta, nesta segunda-feira, Dorival relatou em entrevista coletiva após o jogo que o Pastor já havia tido problemas no intervalo e que pediu que ele ficasse atento. Tempo depois, o atacante deu sinal pedindo alteração. Mais uma vez o camisa 9 foi substituído, dessa vez por conta de uma dor na região lateral do joelho.

Apesar disso, Oliveira justificou a baixa no rendimento após o confronto com o The Strongest - no dia 18 de março. Para ele, o elenco do Santos é completo e não depende apenas dele. Além de achar que o comandante tem um time e tanto nas mãos.

"Eu estava ausente, machucado, cheguei atrás de todos e tive que fazer preparação à parte, pré-temporada pessoal. E também pelo fato de jogar com ele (Dorival) há quase dois anos e entender perfeitamente a maneira com que joga, adaptado. Dorival preza muito por todos os atletas que têm no elenco. Valorizando importância de todos. O que pode provar é a troca de todo mundo e o time alternativo deu resultado. Aqui no Santos ninguém depende de um atleta. Quando eu não joguei, Rodrigo fez gols, Kayke. Sem Lucas Lima, Jean Mota deu resultado. Nosso time é assim.. Que bom que é assim. Quando um considerado titular não estiver, ele não tem preocupação, porque sabe que vai dar o que ele precisa. Estou dando duas versões, fiquei muito tempo ausente, depois esperando o ritmo e é preciso adquirir jogando, e depois de saber exatamente como joga, com movimentos que eu sei que ele gosta, que eu faço e que o time entende", explicou em entrevista coletiva realizada no CT Rei Pelé.

 

 

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