De olho em artilharia, R. Oliveira diz: "Competição que sei como jogar"

  • Daniel Vorley/AGIF

Muita coisa mudou na Vila Belmiro entre 2003 e 2017. Mas quando o assunto é artilharia em Libertadores, o nome é o mesmo: Ricardo Oliveira. Artilheiro do Peixe em 2003, quando foi vice-campeão, com nove gols, o capitão santista segue com a mesma missão em 2017. A diferença é a experiência.

Nesta quarta-feira, às 21h45, no El Campín, na Colômbia, contra o Santa Fe, pela terceira rodada da fase de grupos Libertadores, Oliveira já tenta aumentar a artilharia pelo clube.

Até então, ele tem um gol, ao lado de Thiago Maia e Renato. Chumacero, do The Strongest (BOL), é o artilheiro da competição com seis tentos.

"Voltar a jogar a Libertadores pelo Santos é especial, me seduz bastante. É uma competição que sei como jogar. Essa de 2003 ficou marcada na minha memória pelo fato de até hoje ser o recorde do Morumbi (de público). Fomos vice e eu saí artilheiro. Às vezes não sabemos como as coisas acontecem, mas pegamos o Boca Juniors (ARG) com jogadores experientes. Um dos jogadores era o Tevez. Mas vamos dar nosso melhor para que a gente consiga ir o mais longe possível, sempre pensando em título", disse o capitão santista ao LANCE!.

Com apenas um gol no Paulistão, Oliveira já deixou o Estadual para trás. No campeonato regional, o camisa 9 enfrentou dificuldades com lesões e foi poupado para estar nos dois jogos da Libertadores. De agora em diante, ele deverá estar presente em todos os jogos do Peixe.

Por enquanto, o The Strongest (BOL) foi a única vítima de Ricardo Oliveira, que fez o seu primeiro gol em uma cobrança de falta na Libertadores. Há tempo para mais oito?

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