Giovanni recebe torcida em loja do clube e palpita: "3 a 1 para o Santos"

Que o ex-meia Giovanni é um dos principais jogadores da história do Santos, isso não resta a menor dúvida. E se existe um adversário que ele conhece muito bem, esse é o Paysandu, adversário do Peixe nesta quarta-feira à noite, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, na Vila Belmiro. Afinal, além de ser de Belém e de ter muitos familiares torcedores do Papão, o antigo camisa 10 marcou um de seus últimos gols pelo Alvinegro praiano justamente contra o adversário de hoje.

"Sabia que tinha feito um jogo contra o Paysandu, pelo Campeonato Brasileiro, em 1995. Marquei até um gol, em Belém. Acho que foi despedida do Robinho. Foi importante, fazia tempo que eu não jogava lá. Jogar pelo Santos contra um clube do Pará, que é de onde eu sou, foi muito bom. É um lugar onde está toda a minha família, muitos torcendo pelo Paysandu", comentou Giovanni durante uma noite de autógrafos com os torcedores na Santos Store da Rua Augusta, na noite desta terça-feira.

O jogo a que o ex-meia se refere aconteceu no Brasileirão de 2005, em Belém. Na ocasião, o Santos venceu o Papão por 3 a 2, com um gol do Messias. O duelo também marcou a saída de Robinho do Peixe, afinal, o atacante já estava negociado com o Real Madrid.

Para o duelo desta quarta-feira, Giovanni não vai estar presente na Vila Belmiro. Apesar de estar morando em Santos, o ex-jogador já tinha uma viagem marcada justamente para Belém. Alguns amigos da capital paraense até já tinham combinado de assistirem ao duelo com o Messias na Vila, mas não será possível. Mesmo assim, ele deu seu palpite.

"O Santos ganha, acho que por 3 a 1. Quando a gente gosta de futebol, sempre tentamos acompanhar a maioria das equipes, mas, com certeza, o time do Santos é superior. Mas futebol é jogado dentro de campo, não tem uma lógica", avaliou o ex-jogador.

No evento desta terça-feira, Giovanni recebeu centenas de torcedores, tirou fotos, gravou vídeos e emocionou muitos deles. Muitas famílias apareceram em peso, com avós, pais e netos.

"É uma ligação muito boa com os torcedores. Tenho um carinho muito grande pela torcida, e ela por mim. Sempre nos lugares onde vou, os torcedores me cumprimentam pelo que fizemos em 1995. Fico muito feliz em poder fazer parte desse clube, é muita honra. É sempre bom participar de eventos com os torcedores", concluiu o ídolo.

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