Borja busca recomeço após fazer só três jogos completos com Baptista

  • Cesar Greco/Ag. Palmeiras

O recomeço do Palmeiras com Cuca também abre as portas para que a maior contratação da história do clube se recupere. O técnico tem como uma das prioridades resgatar o futebol de Miguel Borja, de quem sempre foi fã, mas que terminou somente três jogos em que foi titular nesta temporada. E a missão tem seu primeiro capítulo às 16h deste domingo, contra o Vasco da Gama.

A promessa de Cuca é que o centroavante ficará em campo durante toda a partida de estreia no Campeonato Brasileiro, no Allianz Parque. Com o antecessor Eduardo Baptista, isso só aconteceu nos duelos contra os bolivianos do Jorge Wilstermann (1x0), Santos (2x1) e os uruguaios do Peñarol (3x2). Uma rotina que deixou o camisa 12 insatisfeito.

Ser protagonista de chutes em garrafas de água e reclamações nítidas com as substituições pode ser explicado pela baixa média de 65 minutos em campo por partida disputada. Foram nove como titular, com apenas três completas, e mais quatro saindo do banco de reservas. Falta de sequência que pode explicar o desempenho ainda tímido de quem custou 10,5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 33 milhões).

Borja fez quatro gols - metade do artilheiro Willian - e deu apenas uma assistência em 13 partidas. Levando em conta somente os minutos disputados - 845, no total -, o colombiano participa diretamente de um gol a cada 169 minutos. Com o respaldo de Cuca, precisa derrubar a desconfiança e também um tabu que já dura cinco jogos sem marcar gols.

O último foi no dia 7 de abril, na vitória por 3 a 0 sobre o Novorizontino, na partida de volta das quartas de final do Campeonato Paulista. São 352 minutos sem balançar as redes, seu maior jejum pelo Verdão. O anterior era de quatro partidas, com 290 minutos de seca.

 

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