Reserva na Bolívia, Ricardo Oliveira passou mal no vestiário do Santos

  • Marcello Zambrana/AGIF

A principal novidade do Santos contra o The Strongest foi a entrada do colombiano Vladimir Hernández no ataque, no lugar de Ricardo Oliveira, que ficou no banco de reservas, por opção técnica.

A ideia do técnico Dorival Júnior era usar o Pequeno Gigante para puxar contra-ataques e dar mais velocidade ao Peixe. No segundo tempo, porém, o camisa 9 passou a sentir complicações em decorrência da altitude de 3.600 metros de La Paz, como dores de cabeça e enjoo.

Ele passou o segundo tempo da partida no vestiário do Estádio Hernando Siles. Segundo o clube, o camisa 9 passa bem.

"O Ricardo, a principio, não estaria jogando. Foi uma definição para tirar a referência para povoar o meio-campo. O The Strongest penetra muito por dentro. Se tivéssemos um a mais flutuando, poderíamos neutralizar o início das jogadas. No banco, ele passou muito mal, não se sentiu bem, e ficou no vestiário. Agora, está mais recuperado. É natural que tenhamos ter um cuidado para saber o que aconteceu", disse Dorival.

O Santos levou oito tubos de oxigênio à Bolívia por precaução, já que um dos possíveis sintomas na altitude é o de falta de ar.

A logística do Peixe foi em função de minimizar os efeitos da altitude. A delegação ficou em Santa Cruz de la Sierra e só subiu para La Paz poucas horas antes do jogo. De acordo com os médicos, o corpo leva de seis a oito horas para sentir os efeitos.

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