Romário exalta investigações sobre corrupção no Mané Garrincha: 'Nova era da moralidade'

Os desdobramentos da investigação em torno da suspeita de corrupção no Mané Garrincha não passaram em branco aos olhos de Romário. No início da tarde desta terça-feira, o senador divulgou em sua página no Facebook um texto no qual exaltou as prisões dos ex-governadores do Distrito Federal, José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz, e do ex-vice-governador, Tadeu Filippelli, são mais uma prova de que houve superfaturamento em torno das obras no estádio Mané Garrincha visando a Copa do Mundo de 2014:

"Aos poucos a polícia vai confirmando todas as denúncias de superfaturamento dos estádios da Copa do Mundo de 2014. A população estava certa ao ir para às ruas em 2013 e 2014 e gritar que não queria estádios e sim investimento em hospitais e escolas".

Segundo o Baixinho, o episódio do estádio do Distrito Federal é um marco no uso desenfreado de desvios públicos para o Mundial-2014:

"O estádio Mané Garrincha foi um dos casos mais emblemáticos de desvio de recursos públicos. O valor inicial começou da obra de reforma e ampliação era de 500 mil reais, o valor final chegou a 1,5 bilhão de reais".

O ex-jogador ainda valorizou as três detenções feitas pela Polícia Federal. Aos seus olhos, o momento é de trazer uma era de moralidade no país:

"Comprovados os desvios, a Polícia Federal prendeu hoje dois ex-governadores do DF, José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz, além do ex-vice-governador, Tadeu Filippelli. Essas ações da polícia são muito importantes, porque implementam uma nova era de moralidade no país, já que sabemos que essa prática de superfaturar obra pública é uma praxe antiga, sem que altas autoridades fossem responsabilizadas por isso. Também é importante para a moralidade do esporte, pois comumente esses superfaturamentos ocorrem em obras esportivas".

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