Santos busca alternativas para o Pacaembu e visita outros estádios

  • Divulgação/CBRU

O Santos pretende mandar mais jogos fora da Vila Belmiro, mas não necessariamente irá com mais frequência ao Pacaembu, chamado de segunda casa pelos santistas. Apesar do desejo de jogar na capital paulista, o aluguel do Estádio Paulo Machado de Carvalho, além de outras despesas, tem incomodado dirigentes santistas, que estudam outras alternativas.

Funcionários responsáveis pelo patrimônio do clube têm visitado Arena Barueri e estádios em São José do Rio Preto, São José dos Campos e no ABC Paulista.

A ideia é ir a outros centros que atraiam torcedores do interior e também da capital paulista e economizar. A maior queixa da diretoria santista no Pacaembu é pagar 12% da renda com bilheteria para a Prefeitura de São Paulo nos jogos realizados durante o dia e 15% da arrecadação em partidas à noite. Contra a Ponte Preta, pelas quartas de final do Paulistão, R$ 96 mil foram gastos para a locação do estádio da capital paulista.

Ainda assim, está previamente definido que, caso o Santos chegue na semifinal ou mesmo na final da Libertadores, mandaria as decisões no Pacaembu. Nas oitavas de final e nas quartas, caso avance, permanecerá na Vila Belmiro.

O Santos já reservou o Pacaembu para enfrentar o Botafogo, no dia 7 de junho, e a Ponte Preta, no dia 17, pela 5ª e 8ª rodada do Brasileirão, respectivamente.

Além da Arena Barueri, as alternativas vistas pelo time alvinegro até agora são: Estádio Martins Pereira, em São José dos Campos, com capacidade para cerca de 17 mil pessoas, o Rio Pretão, com capacidade similar, Bruno José Daniel e 1º de Maio, em Santo André e São Bernardo, que comportam 21 mil e 15 mil pessoas, respectivamente.

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