Romário comemora operação da PF contra 'calo nas investigações' da CPI

O senador Romário, que presidiu a CPI do Futebol, comemorou a operação "Bola Fora", que investiga caixa 2 na campanha do vice-presidente da CBF, Gustavo Feijó, a quem o Baixinho classificou como "calo nas investigações" da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Nesta sexta, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de Feijó, e ainda prendeu o filho dele, Felipe Feijó, presidente da Federação Alagoana, por porte ilegal de arma.

A operação é fruto do compartilhamento de informações da CPI do Futebol com o Ministério Público Eleitoral (MPE). Romário pontuou ainda:

- Depois que aprovamos a convocação dele, o senador Ciro Nogueira, representando a Bancada da CBF, pediu a anulação da sessão e Renan Calheiros, então presidente do Senado, anulou. A ação deles foi completamente arbitrária e ilegal, a convocação de Gustavo Feijó e de outras pessoas, como Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero, foi suspensa, mesmo cumprindo o regimento do Senado. Isso travou a CPI por meses e limitou o trabalho de investigação - citou o Baixinho, por meio de nota.

O documento-chave da CPI para embasar a suspeita sobre Feijó é uma troca de e-mails com Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, no qual o dirigente alagoano faz uma lista de gastos e pede apoio financeiro.

Romário ainda concluiu:

- Fico muito feliz que os órgãos competentes, como o MPE e a PF, estejam dando prosseguimento ao trabalho iniciado na CPI do Futebol. Os resultados de uma investigação nem sempre são imediatos, tenho certeza que o que conseguimos provar ainda vai dar muita dor de cabeça para aqueles que fazem do futebol um ofício criminoso.

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