Vitor Júnior fala de volta ao Brasil e lembra casos bizarros no exterior

Revelado nas categorias de base do Internacional, Vitor Júnior pode acertar em breve seu retorno ao Brasil. Depois de duas temporadas na Ásia, o brasileiro está atualmente vestindo a camisa 10 do Aktöbe, do Cazaquistão. No entanto, aos 30 anos e há três longe do Brasil, o atleta avalia que chegou o momento certo para retornar ao futebol nacional.

- Minha vontade é retornar ao Brasil e as chances de uma rescisão amigável são muito grandes. A distância da família pesa, sem dúvida. Aqui (Cazaquistão), mesmo de longe, tenho visto a evolução tática das equipes. Eu sempre me senti muito bem atuando pelos lados, acelerando ainda mais a transição. E tenho visto muito isso nos clubes brasileiros - disse Vitor, que tem vínculo com o Aktöbe até novembro, porém possui uma rescisão amigável bem adiantada.

Vitor Júnior está sem atuar em terras tupiniquins desde junho de 2014, quando deixou o Figueirense rumo ao León (MEX). Depois da aventura mexicana, o meia recheou seu passaporte e passou a rodar. De lá, foi jogar no Siam Navy, da Tailândia, depois vestiu a camisa do Al-Qadisiya, da Arábia Saudita, e, atualmente, está no Cazaquistão.

Na Arábia Saudita, aliás, Vitor Júnior conta duas histórias para lá de insólitas em relação à cultura local. Até uma ovelha chegou a ser sacrificada antes de um treinamento, quando a equipe do jogador não vivia um bom momento.

- Toda a minha transformação por conta dos diversos países que trabalhei irá me ajudar caso eu retorne para o futebol brasileiro. Mas tem duas histórias curiosas na Arábia que eu sempre lembro - disse o jogador, completando:

- Um dia, antes do nosso treino, quando não estávamos ganhando os jogos em casa, eles (comissão técnica do Al-Qadisiya) amarraram uma ovelha no gol e tivemos que ficar olhando ela ser sacrificada. Não sei se era costume deles. Eu não consegui olhar... Logo depois, o treino começou como se nada tivesse acontecido - comentou, emendando a respeito de um hábito inusitado que teve que adotar por lá:

- Eu sempre usava o cabelo moicano, mas lá, eles não permitem o cabelo de tamanhos diferentes. Por isso, sempre antes dos jogos, eu tinha que ir ao vestiário e passar um gel para deixá-lo baixinho.

No Brasil, depois de ser projetado pelo Internacional, Vitor Júnior passou por Cruzeiro, Sport, Santos, Atlético-GO, Corinthians, Botafogo, Coritiba e Figueirense. Ele saiu do Brasil pela primeira vez em 2005, rumo ao Dinamo Zagreb, da Croácia. Fora, o baixinho de 1,67m também atuou por Koper (Eslovênia) e Kawasaki Frontale (Japão).

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