Erik diz que aprendeu a ser paciente, elogia Cuca e quer 'dar retorno'

Erik ficou três meses sem iniciar uma partida como titular do Palmeiras, mas soube esperar. Domingo, contra a Ponte Preta, o camisa 17 começou jogando e foi importante para a vitória por 2 a 1, já que deu a assistência para Guerra no segundo gol. O sorriso, que dificilmente sai do rosto do atacante, tem saído ainda mais fácil nos últimos dias.

- Quando você é jovem, você quer ganhar o mundo em um dia só. Mas precisa de paciência, precisa trabalhar forte no dia a dia, porque é você quem faz as oportunidades. Me faz bem chegar no dia a dia e dar a mão ao meu companheiro, estar feliz, sorrindo. Eles veem que estou sorrindo mesmo sem jogar e sorriem para mim também. Graças a Deus pude fazer uma grande partida - disse o jogador, nesta segunda-feira.

A última partida de Erik como titular, curiosamente, também havia sido contra a Ponte Preta: derrota por 1 a 0 em 29 de março, pelo Paulistão, jogo em que Eduardo Baptista escalou time misto. Após passar os primeiros meses do ano praticamente esquecido, ele tem ganhado oportunidades com Cuca: participou de cinco dos 13 jogos com o novo técnico - antes, com Eduardo Baptista, participou de seis de 23 jogos.

- O Cuca está em todos os lugares do clube. Se você está na academia, o Cuca está. Se você está fazendo um trabalho no cantinho do campo, ele está. Ele sabe o que está fazendo. O Cuca apostou em mim e procurei dar o meu melhor - elogiou.

Erik sabe que ainda não justificou o investimento do Palmeiras em sua contratação. Ele chegou no início de 2015 como grande promessa do Goiás, ao custo de R$ 13 milhões, e ainda não conseguiu ter uma grande sequência como titular - apesar de ter feito gols importantes contra Inter e Sport no Brasileirão de 2016. Até por isso, o jogador diz que sua ideia não é sair agora, e sim dar retorno ao clube no futuro.

- Encontrei uma família aqui, realizei um grande sonho no ano passado (ser campeão brasileiro), mas tenho sonho maiores. Quem sabe, futuramente, eu possa dar um retorno para o clube, mas não agora - declarou.

- Houve conversas, mas não deixei chegar em mim, porque tem pessoas que cuidam disso. Eu não jogava, mas tenho três anos e meio de contrato com o clube e não estou infeliz. Quero jogar, mas nunca fiquei triste. O clube me oferece tudo, os profissionais me respeitam, nunca tive interesse em sair, queria estar aqui para ser campeão.

Receba notícias pelo Facebook Messenger

Quer receber notícias de esporte de graça pelo Facebook Messenger?
Clique aqui e siga as instruções.

UOL Cursos Online

Todos os cursos