De João Paulo para Roger: dupla volta a decidir e ganhar moral no Botafogo

Bola de João Paulo para gol de Roger. A cena tem se repetido em alguns jogos do Botafogo nesta temporada. E os dois jogadores são símbolos do grupo nos dois quesitos: enquanto o meia é o maior assistente do elenco em 2017 - com cinco passes para gol - o atacante é o artilheiro alvinegro no ano, com 12 gols.

No clássico contra o Fluminense, a dupla se fez presente, com cruzamento de João Paulo - em escanteio - e finalização de cabeça do centroavante, definindo o triunfo diante do rival. Contra o Vasco, o terceiro gol de Roger - naquele 3 a 1 no Nilton Santos - nascera após jogada também do meia. E na classificação pela Copa do Brasil, contra o Sport, foi em nova jogada da dupla que o Glorioso alcançou a vaga para as quartas de final da competição (enfrentando o Galo).

Como principal articulador da equipe, João Paulo cresceu de produção e segue em evidência. Enquanto isso, o camisa 9 se beneficia e entra na disputa pela artilharia do Brasileirão, com seis gols. E, mais do que isso, Roger dá um "basta" na cobrança geral em cima do setor ofensivo do Botafogo nesta temporada.

- Vejo as cobranças como normais. Era o Roger, agora a vitima passou a ser o Emerson Silva. Falei para eles: trabalhar em time grande como o Botafogo é assim - afirmará Jair Ventura na coletiva depois da vitória contra o Fluminense.

Nas últimas vitórias do Alvinegro - em todas competições - os dois jogadores de frente tem sido fundamentais. Seja com o lado "garçom" de João Paulo ou com o faro artilheiro de Roger, que marcou nos dois últimos jogos. E a expectativa é de continuidade do bom momento visando o duelo com o Sport, segunda-feira.

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