Dorival pede maturidade e indica São Paulo sem mudanças na Bahia

O técnico Dorival Júnior, como era de se esperar, lamentou a derrota do São Paulo para o Coritiba nesta quinta-feira, resultado que devolveu o Tricolor à zona do rebaixamento. O comandante fez elogiou à forma que o time vem jogando, mas alertou que será preciso maturidade para sair da situação incômoda no Campeonato Brasileiro.

- Treinar até domingo será muito difícil, não existe essa condição. A própria equipe conseguiu fazer com que a confiança voltasse. Eles mostraram que têm capacidade de reverter qualquer situação, não podemos voltar atrás. Voltar à zona de rebaixamento é preocupante, mas a equipe precisa ter maturidade. Não podemos voltar àquela situação de indecisões. Precisamos partir de outro ponto - analisou o comandante.

Dorival também indicou que não fará mudanças no time, mesmo com atuações ruins, como por exemplo do lateral-direito Bruno e do atacante Marcinho.

- Tenho convicções. Equipe está criando, buscando, criando harmonia em campo. Natural que resultado seria fundamental para completar isso. Não acontecendo, não posso criar situação que complique mais. Terei equilíbrio. Se algum jogador não se recuperar, porque o Bahia terá 24h a mais para se recuperar.... Se tivermos alguma situação, posso pensar em mudar - afirmou.

O técnico falou sobre a partida e a situação do time na coletiva. Acompanhe os principais trechos:

Time sente um baque?

Tem momentos em que é difícil explicar uma situação. Tínhamos todos os ingredientes possíveis para fazermos um grande jogo e um grande resultado. Tentamos de todas as formas, tivemos ótimas oportunidades e, infelizmente, não tivemos a facilidade que o Coritiba teve. No primeiro tempo, só ficaram próximos em bolas paradas. NO segundo tempo, quando tramaram jogadas, chegaram ao pênalti e a um contra-ataque decisivo. O São Paulo teve boas oportunidades e, infelizmente, fomos penalizados com um resultado ruim.

Correções

Alertei no sábado, após a partida, que teríamos oscilações. É normal pelo momento que vivemos. São situações que estamos trabalhando, com os jogadores readquirindo confiança. É normal que, para uma partida como essa, você sinta bastante. Até porque sairemos no domingo novamente com uma obrigação grande. Precisamos voltar a ter equilíbrio para jogar com tranquilidade. Tentamos abafar o Coritiba, mas nem sempre se constrói resultado assim. Você pode ter paciência para chamar adversário e ter campo para construir jogadas trabalhadas. Quando esticamos o Coritiba, abrimos o adversário e conseguimos infiltrações, criamos boas oportunidades e poderíamos sair do primeiro tempo com resultado favorável. Pelo momento, um detalhe não fornece o que queremos.

Aplausos da torcida

Viram que a equipe foi agressiva e guerreira a todo momento. Jogamos com um adversário muito determinado e, mesmo assim, criamos chances para sair na frente. Sofremos perigo na bola parada, mas botamos a bola no chão e jogamos. Mas, no Brasil, as paradas são muito grandes, se fala muito, não sei se tivemos 20 minutos de bola rolando no primeiro tempo, é muito pouco. A equipe que tenta, propõe, fica em desvantagem em razão do pouco tempo de bola rolando.

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