Cueva ganha apoio do São Paulo após seu sogro receber granada em casa

Retomando a boa fase, apesar de ter perdido um pênalti no sábado e uma chance clara na derrota para o Coritiba, nessa quinta-feira, Cueva tomou um susto nesta semana. Seu sogro, que mora no Peru, recebeu uma encomenda com uma granada, um pombo morto e uma carta ameaçando a esposa do jogador. O São Paulo se colocou à disposição do meia.

O camisa 10, de acordo com dirigentes que o consultaram sobre o caso, não se sentiu afetado pelo caso, tanto que atuou normalmente nessa quinta-feira. A diretoria disse que pode ajudá-lo como desejar, mas o peruano, a princípio, não pretende ir além de esperar por ações da polícia de seu país. Não deve trazer os familiares da esposa para o Brasil neste momento.

Luis Lopez Rodriguez, pai de Maira Lopez Solorzano, mulher de Cueva, mora em Trujillo, cidade localizada a 724 km de Lima, capital do Peru. Na tarde de terça-feira, Solorzano disse à polícia local que encontrou uma caixa com a granada intacta (com a trava de segurança), um pombo morto e uma carta ameaçando sua família caso o jogador não agisse.

"Essa é só uma advertência e, depois que te deixamos esses presentinhos, vamos a visitar a sua filha na casa dela se não nos ligar para solucionar (aparece um número de telefone na carta). Este é o único número para solucionar. Deixaremos a próxima (granada) sem seguro para que faça Bumnn. Que Cueva nos procure se não quiser machucar a família", diz o bilhete.

O sogro de Cueva, de 66 anos, entregou todo o material à polícia, que começou as investigações. A princípio, o caso é tratado apenas como uma forma de extorquir dinheiro da família do jogador, um dos peruanos mais conhecidos do mundo e destaque da seleção local.

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