Gol no Corinthians e nova história: Nilmar traça metas pelo Santos

Nilmar e Corinthians têm uma longa história juntos com momentos bons e ruins para os dois lados. Mas a partir de agora o atacante só pensa em aproveitar as páginas em branco que tem para escrever sua história pelo Santos. Coincidências à parte, o reforço do Peixe pode ter um episódio importante no dia 10 de setembro, quando o Alvinegro da Vila Belmiro recebe o Timão.

Depois de uma estreia apagada no empate com o Coxa, Nilmar tenta, no intervalo de 14 dias sem jogos, mostrar para o técnico Levir Culpi que pode ser uma das armas do Peixe para o clássico.

Há dez anos, após ter saído do Corinthians, o atacante reencontrou o ex-clube pelo Internacional e fez questão de deixar sua marca: um golaço premiado e a derrota para o Alvinegro do Parque São Jorge em pleno Pacaembu.

Se puder começar sua história na Vila Belmiro com um gol sobre o rival, Nilmar já tem a trama preferida.

- Para o atacante o gol é sempre o mais importante. Mas seria especial fazer o primeiro gol contra o Corinthians, em um clássico. É diferente, né? Pelo que envolve. A torcida, o ambiente, é o legal do futebol. Se possível o gol, não teria coisa melhor de acontecer. E com vitória, né? - detalha, em entrevista ao LANCE!.

Como fez há dez anos, ele não quer economizar na comemoração se de fato for às redes. Apesar de não esconder a gratidão pelo clube que defendeu em 2005 e 2006.

- Pelo Corinthians eu tenho um carinho especial. Fui muito feliz jogando lá. Sou muito grato ao clube. O problema foi a parte jurídica depois das minhas lesões, da parte contratual, não envolve nada sobre futebol. Tenho carinho, já joguei contra, já comemorei gol. Sou da opinião que tem que comemorar, seria falta de respeito com o clube que você está jogando. Se não for pra comemorar, nem joga.

Aos 33 anos e com passagens por clubes do Oriente Médio, Nilmar pode até se conformar com sua estabilidade financeira, tanto que não hesita em dizer que o dinheiro não foi o que o seduziu na oferta do Santos.

Mesmo com a concorrência de Ricardo Oliveira e Kayke ou Copete e Bruno Henrique, o camisa 11 da Libertadores reforça que seu plano é mesmo se firmar com a camisa do Peixe.

- Espero poder construir uma história no clube, com gols, títulos. É o sonho de todo o jogador quando chega no clube novo, ainda mais do tamanho do Santos. Sem duvida nenhuma, é meu objetivo!

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