Banco não dá solução, e time ideal é intocável durante má fase corintiana

Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel e Maycon; Jadson, Rodriguinho e Romero; Jô. A formação foi escalada apenas 11 vezes na temporada, mas é considerada ideal pelo técnico Fábio Carille, que até o momento não cogita mudanças. Mesmo assim, a má fase recente do Corinthians levantou dúvidas sobre o momento de alguns jogadores, em especial os responsáveis pela criação de jogadas, e também sobre a qualidade das peças de reposição que o elenco dispõe.

Afinal, não há ninguém no banco de reservas capaz de aproveitar a escassez de resultados do time titular para mostrar serviço e mudar as convicções do técnico?

Por enquanto, a resposta desta pergunta é negativa. A última vez que um jogador fora destes 11 ideais fez um gol pelo Corinthians foi em 5 de agosto, na vitória por 3 a 1 contra o Sport, com o zagueiro Pedro Henrique. Desde então, contra Vitória, Chapecoense, Atlético-GO, Santos e Racing, Jô e Maycon fizeram os gols do Timão e o banco de reservas não conseguiu fazer a diferença.

Nestes cinco jogos, Camacho foi acionado quatro vezes (Chapecoense, Atlético-GO, Santos e Racing). Giovanni Augusto (Santos e Racing), Marquinhos Gabriel (Vitória e Atlético-GO) e Clayson (Chapecoense e Santos) entraram duas vezes e mais uma para Jadson (voltava de lesão contra o Vitória), Moisés (Vitória), Carlinhos (Atlético-GO) e Fellipe Bastos (Racing).

Para os próximos jogos, as opções de banco devem aumentar: fora dos últimos dois jogos para fazer fortalecimento muscular, Marquinhos Gabriel deve voltar contra o Vasco, no domingo. Pedrinho, que retirou as amígdalas depois do jogo contra o Vitória e está afastado por questões físicas, também volta em breve à equipe. É a chance do banco provar que pode ter vez em meio à má fase.

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