Pratto aceita cobrança por gols: "Não fui contratado para dar carrinhos"

  • Ale Cabral/AGIF

Lucas Pratto vem sendo bastante elogiado por sua disposição e intensa luta dentro de campo, sendo apontado como exemplo nessa briga do São Paulo para escapar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Mas vive seu maior jejum no clube, sem balançar as redes há nove partidas. E o argentino aceita se for cobrado para fazer gol.

"É a minha obrigação, né? As pessoas sabem que faço o melhor possível, não sou displicente nem tenho preguiça em nenhum jogo. Mas, se querem me cobrar, estão no seu direito, porque fui contratado para fazer gol, não para dar carrinho", disse o centroavante à TV Globo.

Apesar de não fazer gol desde a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, em 19 de julho, Pratto é um dos líderes do elenco. Só não é capitão porque abriu mão da faixa, respeitando a história de Hernanes no clube. Em campo, embora sempre lamente os resultados que levaram à demissão de Rogério Ceni há quase três meses, o camisa 9 vê melhora com Dorival Júnior, mesmo com o time ainda na zona de rebaixamento.

"O Dorival conseguiu mudar essa postura, a cabeça dos jogadores nessas três ou quatro semanas em que estamos jogando só aos domingos. Quando você tem seis dias de treino, é muito mais fácil para o jogador entender o que o treinador pretende", comentou, prometendo, no mínimo, uma equipe competitiva contra o Sport, no domingo, em confronto direto contra a degola.

"O Sport virá ao Morumbi e que eles saibam que vão sofrer. Todos os times que jogam contra o São Paulo têm que saber que o São Paulo vai fazer sofrer. Se ganharmos os quatro próximos jogos, bendito seja. Mas primeiro é o Sport, depois o Atlético-MG e, depois, o próximo jogo que vier na frente. O mais importante é ganhar no domingo e sair dessa situação".

 

 

 

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