Neymaravilha! Brasileiro faz de falta, de pênalti e lidera o PSG em massacre contra o Bordeaux

O duelo entre Paris Saint-Germain e Bordeaux, neste sábado, pela oitava rodada do Campeonato Francês, pode ser visto como um filme de terror ou de comédia. Depende do lado que se enxerga. Dentro do Parque dos Príncipes, o envolvente PSG brincou de jogar de bola e, liderado por Neymar, atropelou os rivais: 6 a 2 e só sorrisos para os parisienses.

Neymar marcou duas vezes, sendo um golaço de falta e outro em cobrança de pênalti - que, desta vez, não teve desarmonia entre o brasileiro e Cavani. O uruguaio, aliás, deixou o seu após passe de Neymar. Meunier, Draxler e Mbappé fizeram os outros gols dos vitoriosos. Sankhare e Malcom descontaram.

Agora, o invicto PSG lidera a Ligue 1 ainda mais absoluto, com 22 pontos - três a mais que o Monaco, vice-líder. Já o Bordeaux, dos brasileiros Malcom e Otávio, pode perder a terceira colocação ao fim da rodada, estacionado nos 15 pontos.

O JOGO

Embora os (frios) números do primeiro tempo tragam equilíbrio, o que se viu em campo foi um cenário de terror para o Bordeaux. Logo aos cinco minutos, Neymar fez uma pintura. Cobrou uma falta com muito efeito e fez a bola morrer no ângulo: 1 a 0. O show do camisa 10 seguiu no embalo dos cânticos direcionados da torcida e, seis minutos depois, serviu Cavani, que só deu um toque sutil para ampliar a vantagem. Ali surgira mais uma abraço da dupla.

O Bordeaux, nitidamente, estava intimidado com os donos da casa. E o poderio ofensivo foi intumescido. Meunier, na vaga do poupado Daniel Alves, deixou a sua marca, aos 21. Dez minutos depois, veio um respiro dos visitantes - uma espécie de cena suave naquele cenário sombrio. Sankhare recebeu boa enfiada de De Preville e diminuiu o prejuízo: 3 a 1.

Aos 39, o Parque dos Príncipes deu uma congelada. A expectativa ficou em torno de uma sinalização de pênalti pró-PSG - cometido por Otávio, ex-Atlético-PR, que pôs a mão na bola. Sem entrevero como outrora, Cavani nem se aproximou da marca da cal. Neymar ajeitou, friamente, e fez mais um gol.

E cabia mais um tento antes do intervalo. Nos acréscimos, Draxler roubou a bola, puxou o contra-ataque e, depois de receber lindo lançamento de Mbappé, acertou um canudo, já dentro da área, de canhota. A bola, pela segunda vez na tarde, foi enterrada no ângulo do goleiro Costil.

Na volta dos vestiários, mais um brasileiro entrou em ação: Jonathan Cafú. Quando o promissor jogador ex-São Paulo estava em campo, o time de Unai Emery já tinha feito mais um gol. Faltava o dele. Aos 12, Mbappé finalizou cruzado e saudou o barbante. O restante do jogo serviu para o eufórico público reconhecer a ótima fase do PSG, conduzido por Neymar, cada vez mais líder e postulante a grandes conquistas na temporada. No entanto, antes do apito final, Malcom fez de pênalti, sofrido por Cafú, o seu quarto gol no nacional.

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