Clayson enumera atributos à espera de vaga no Timão: polivalência, raça...

Clayson foi peça fundamental nas duas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro, quando fez gols contra São Paulo e Cruzeiro que garantiram empates em 1 a 1 e dois pontos que mantiveram em oito pontos a distância do Corinthians para o Santos, atual vice-líder na tabela de classificação. Apesar da boa fase, o camisa 25 ainda não é considerado titular da equipe de Fábio Carille, que vê Jadson e Romero à frente desde o primeiro semestre.

No próximo dia 11, quando o Brasileirão será retomado, Clayson deve começar jogando porque Romero está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Será mais uma chance para o único reforço corintiano do segundo semestre mostrar serviço e brigar pela titularidade. Atributos para isso ele garante que tem.

- Estou bem tranquilo. O Carille conhece bem o elenco que tem na mão. Estou tranquilo, trabalhando e buscando meu espaço. Ele sabe que na hora que quiser contar comigo, vai poder contar. Deixamos para ele decidir isso. Estou trabalhando e preparado para quando a oportunidade aparecer não escapar. Estou preparado, treinando forte. Fico feliz pelo momento, tem que estar preparado independentemente de ser titular. A expectativa é boa para aproveitar a oportunidade - discursa Clayson, que ainda foi elogiado pela personalidade ao bater o pênalti no empate do fim de semana, no Mineirão.

- Esse lado de gana e raça eu sempre tive. Personalidade, também. Para jogar no Corinthians precisa ter. O Jadson não estava em campo, eu pedi para bater e os companheiros confiaram em mim. Fui feliz e marquei o gol de empate.

Contratado pelo Corinthians após ser vice-campeão estadual pela Ponte Preta, Clayson soma dois gols e três assistências pelo novo clube na temporada. Ele já participou de 19 partidas, sendo sete como titular, e tem preocupações com o mau momento da equipe no Brasileirão. Ele, inclusive, falou em "variações" para dar a volta por cima e sacramentar o título nacional no fim do ano.

- Tem que focar no jogo a jogo. Não dependemos de ninguém. Está ficando mais perto do final e não podemos deixar cair. Os adversários estudaram a gente. Fizemos um primeiro turno impecável, mas eles estudaram e nós estamos treinando variações. Temos que ter isso para chegar nos jogos e conseguir sentir como os adversários estão jogando. Sabíamos que o segundo turno seria mais difícil, mas estamos treinando.

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