Após a redenção, Tanque agradece aos conselhos do 'paizão' Roger

A famosa montanha russa do futebol, para Vinícius Tanque, estava muito mais em baixa. Última opção para o ataque do Botafogo, ele entrou e garantiu a vitória da equipe nesta quarta-feira. Foi o momento de redenção para ele, que lembrou dos conselhos de outro jogador que vem passando por momentos também de bastante emoção: o amigo e "pai" Roger.

- O futebol é muito dinâmico, temos que estar preparados. O Roger, para mim, é um grande amigo, um cara que está sempre do lado, que incentiva o tempo todo. Sempre tem palavras positivas, dizendo que acredita em mim, que vou dar a volta por cima. Pude escutá-lo e fico observando também a movimentação, o posicionamento dele para aprender e botar em prática - revela o atacante de 22 anos, antes de concluir:

- O Roger é um cara que eu tenho como paizão aqui dentro. Sempre me passa um pouco da experiência dele - agradece.

Ele substituiu Brenner, que vem de dois bons jogos, e foi recebidos com vaias pela torcida. O próprio técnico Jair Ventura saiu em defesa do salvador da noite. Mas o próprio Tanque diz não ter ouvido as críticas antes de definir o placar.

- Eu, particularmente, confesso que não ouvi as vaias, nem críticas, nem os elogios. Só com muito trabalho e dedicação que as coisas vão acontecer e a torcida vai nos apoiar. O gol foi o começo de tudo. Tenho que fazer mais gols, não pode ficar só por aqui. Tenho que ajudar a equipe sempre que necessário - afirma um tímido, mas confiante Vinícius.

Já de contrato renovado até abril de 2020, ele tem apenas dez jogos na temporada e o último gol havia sido em julho, contra o Atlético-GO. Antes, precisou passar por artroscopia no joelho esquerdo.

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