Por conta de objeto arremessado na final da Copa do Brasil, Cruzeiro será julgado no STJD

O Cruzeiro vem realizando uma de suas melhores campanhas dos últimos anos. Recentemente a equipe conquistou o título da Copa do Brasil e, nesta quarta-feira, assumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro, após vencer o Grêmio em Porto Alegre. Porém, a equipe pode viver uma tensão fora de campo. Na próxima quarta-feira, às 14h30, a terceira comissão disciplinar do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgará o clube por conta dos atos de vandalismo que foram relatados no jogo de volta da final da Copa do Brasil, contra o Flamengo.

O árbitro da partida em questão, Luiz Flávio de Oliveira, relatou na súmula o arremesso de um objeto em campo, que teria atingido o médico do Rubro Negro Márcio Tannure. De acordo com a procuradoria, o clube deixou de tomar providências de prevenção para que objetos não fossem lançados no campo, infringindo o artigo 213, inciso III, parágrafo 1º do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. A pena para este caso é de multa entre R$ 100 e R$ 100 mil reais. Se a situação for considerada grave, o clube ainda corre o risco de perder até dez mandos de campo.

Luiz Flávio de Oliveira ainda afirmou na súmula que o objeto identificado partiu da torcida do Cruzeiro e foi arremessado após a disputa de pênaltis, que garantiu o título à Raposa. Veja o relato do árbitro na conclusão da súmula.

Ao término das disputas desde o ponto penal, fui informado pelo quarto árbitro Miguel Cataneo Ribeiro da Costa, que um objeto não identificado vindo da torcida da equipe do Cruzeiro E. C. atingiu a cabeça do Sr. Márcio A. Tannure, médico da equipe do C. R. Flamengo, causando sangramento - escreveu.

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