Bélgica terá Inglaterra, Tunísia e Panamá como rivais; Veja análise

Cabeça de chave, a Bélgica conheceu os seus adversários na Copa do Mundo. A seleção dos Países Baixos caiu no Grupo G com Panamá, Tunísia e Inglaterra, uma das grandes que estavam no pote 2.

A Bélgica estreia no Mundial da Rússia contra o Panamá no dia 18 de junho. Já a Inglaterra mede forças com a Tunísia.

No dia 23, a Bélgica terá pela frente a Tunísia, enquanto a Inglaterra vai a campo no dia seguinte para duelar com o Panamá.

A última rodada do Grupo G terá Inglaterra x Bélgica e Panamá x Tunísia, ambos os jogos no dia 28.

VEJA ANÁLISE DAS SELEÇÕES DO GRUPO G

BÉLGICA

Timaço na Rússia

A Bélgica só teve campanha inferior à da Alemanha nas Eliminatórias da Europa. Tirando um empate em casa com a Grécia, ganhou todas. Marcou 43 gols em dez jogos. O mais importante: o time de garotos que fez uma campanha mediana em 2014 ganhou experiência. Entraram novos jogadores excepcionais e os Diabos irão para a Rússia com o melhor elenco de sua história - todos em grande fase (pelo menos até agora) e dois extraclasse: De Bruyne e Eden Hazard.

Só para ilustrar: o treinador Roberto Martínez (que assumiu no lugar de Wilmots e tem o francês Thierry Henry como auxiliar) conta no banco de reservas com Witsel (Zenit), Mertens (Napoli) - isso se o técnico não colocar Nainggolan, da Roma), Batshuayi (Chelsea) e Benteke (Crystal Palace).

PANAMÁ

Já está no lucro

O Panamá conseguiu uma das classificações mais dramáticas para a Rússia. Após ter sido goleado pelos EUA na penúltima rodada, dependia de combinação de resultados e vitória sobre a classificada Costa Rica. Saiu atrás, empatou na etapa final num gol que não entrou e virou no último minuto, quando já se sabia que a sua vitória o colocaria na Rússia (os EUA perderam para o lanterna Trinidad e Tobago).

O Panamá, treinado pelo colombiano Hernán Dario Gómez, é fraco. O elenco é o de menor valor pelo site Transfermarkt (200 vezes menos valioso do que o Brasil, o 1º da lista). Seus ídolos estão com 36 anos - Blas Perez e o ex-gremista Baloy - e seus dois principais jogadores jogam no Universitário (PER): Quintero e Tejada.

INGLATERRA

Dá para acreditar

A classificação para a Rússia era obrigação, já que a Inglaterra foi a única potência de um grupo bastante fraco. No fim, uma esperada campanha de oito vitórias e dois empates. O que valeu muito para os ingleses é que ocorreu uma renovação bastante positiva nos últimos anos.

Do time que se desenha titular para a Copa da Rússia e é comandado por Gareth Southgate (que assumiu após uma crise com o antecessor Sam Allardyce, acusado de corrupção), apenas o goleiro Hart e o zagueiro Cahill estiveram no papelão de 2014. A defesa é forte, quase não leva gol (vide os amistosos contra as fortes Alemanha e Brasil) e na frente há um jogador diferenciado: Kane. A Inglaterra não fará figuração em terras russas.

TUNÍSIA

Já está no lucro

Com jogadores pouco conhecidos e mais da metade do elenco atuando no campeonato local, a Tunísia foi beneficiada por cair no grupo menos complicado das Eliminatórias da África e, após campanha com seis vitórias e dois empates, conseguiu vaga para um Mundial pela primeira vez desde 2006, na Alemanha, quando não passou da fase de grupos.

No papel, a Tunísia pode ser considerada a equipe africana mais fraca na Rússia. Tem um bom conjunto, mas nenhum jogador de destaque. O mais conhecido é o atacante Touzghar (Sochaux), mas ele está em péssima fase (não fez gol nas Eliminatórias). Haddadi, que defende o Dijon, é outro que vem esquentando banco. O treinador Nabil Maaloul terá trabalho.

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