Fred atingirá marca importante ao entrar em campo pelo Shakhtar

Era dia 26 de janeiro de 2012. Ele nem havia completado 19 anos e já fazia sua estreia como profissional, contra o Cerâmica, pelo Campeonato Gaúcho. As portas do futebol se escancaravam para aquela promessa do Internacional. Não demorou a amadurecer, logo chamou a atenção do futebol europeu, onde hoje defende o Shakhtar Donetsk, chegou à Seleção Brasileira e, quase seis anos depois, está prestes a completar 200 jogos na carreira.

Esse é apenas um resumo da ainda curta carreira do mineiro Fred, que, neste sábado, contra o Veres Rivne, pelo Campeonato Ucraniano, atingirá tal marca aos 24 anos. Em 199 partidas até aqui, foram 127 vitórias, 36 empates e 36 derrotas, marcando 22 gols. Pelo Inter, clube que o revelou, foram oito gols em 55 jogos. Pelo Shakhtar, são 14 gols em 138 aparições. E, pela Seleção, o meia tem um total de seis partidas.

- E parece que foi ontem que vesti a camisa do Inter pela primeira vez como profissional. Mas tive que ralar muito para chegar até ali, desde as categorias de base do Atlético-MG. Não foi fácil. Sempre trabalhei com muito foco, e com fundamental apoio da família, para atingir aquele primeiro objetivo. Fui feliz demais no Inter e sou muito grato ao clube pela minha formação como atleta e homem. É muito legal olhar pra trás e ver onde estou hoje, com quase 200 jogos. Espero que muitas outras coisas boas ainda estejam guardadas pra mim - comentou Fred, que foi convocado por Tite para os últimos jogos do Brasil pelas Eliminatórias, contra Bolívia e Chile.

Nessa trajetória, Fred conquistou o bicampeonato gaúcho e a Taça Farroupilha pelo Colorado. Em junho de 2013, partiu para a Europa, onde já conquistou o bicampeonato ucraniano, o bicampeonato da Copa da Ucrânia e o tri da Supercopa da Ucrânia pelo Shakhtar. A primeira convocação de Fred para a Seleção principal aconteceu em novembro de 2014, quando Dunga o chamou para os amistosos contra Turquia e Áustria, logo após a Copa do Mundo no Brasil.

- Aquele foi um outro objetivo que consegui alcançar. A Seleção sempre foi um sonho, defender o país é um orgulho. Eu me sinto muito bem quando visto a camisa amarela. É como se todo o povo brasileiro vestisse ela comigo. E essa chama voltou a ser acesa quando o professor Tite me chamou para os jogos das Eliminatórias. Continuarei fazendo bem o meu trabalho no clube para, quem sabe, voltar a ser lembrado e defender a seleção na Copa do Mundo da Rússia - disse.

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