201...8 motivos para crer que o próximo ano será melhor que 2017

Por mais que boa parte dos analistas tenha classificado a temporada de 2017 do Botafogo como boa, não é esta a avaliação da torcida, que viu mais um ano sem títulos e vaga na Libertadores escapar no final do Campeonato Brasileiro. Enquanto este ano, que começou, regado de expectativas e terminou frustrante, o próximo, 2018, começa com desconfiança da torcida, mas pode ser de glórias. E a gente explica o porquê. Para fazer uma alusão ao ano que vem aí, nós selecionamos oito motivos para os alvinegros se apegarem.

 

Comecemos pela base. Os dois grandes queridinhos recentes da torcida do Botafogo formados em General são os atacantes Renan Gorne e Ezequiel. O primeiro foi promovido neste ano, relacionado para alguns clássicos no Carioca e até jogou 12 minutos no primeiro jogo diante do Coritiba. Depois, foi emprestado para o futebol americano e fez seis gols em 13 jogos.

 

Ele voltou no final de novembro e há chances de permanecer no clube na próxima temporada. Quem sabe ele não formará dupla com o garoto de 19 anos, que marcou o gol do empate do último sábado e foi eleito o melhor em campo em duas das quatro partidas do Botafogo no Brasileiro de Aspirantes?

 

O zagueiro Helerson, o atacante Pachu e o lateral-direito Fernando são outros nomes da base que pedem passagem. Em 2017, o Glorioso conquistou a Taça OPG na categoria. Já nos profissionais, Jair Ventura vê Igor Rabello fazer um trabalho consistente, com titularidade ao lado de Carli e Marcelo fazer sombra ao mesmo argentino. Isso tudo sem contar com Bochecha e Marcinho, que, lesionados, perderam quase o ano todo.

 

Por falar em Igor Rabello, ele forma, junto com Arnaldo, Gatito, Carli e Lindoso um sistema defensivo que está junto há um bom tempo. Por mais que o lateral-esquerdo tenha ido embora e o time sofrido muitos gols no fim do ano, a tendência, claro, é só melhorar. E este é o segundo motivo.

 

Outras razões para acreditar:

 

Experiência em decisões: O Botafogo deu mole na reta final do Brasileirão de 2017, na semifinal da Copa do Brasil e nas quartas da Libertadores, mas esta experiência pode fazer o time entrar em 2018 'mais cascudo'.

 

Molecada em alta? Brenner e Valencia também: O Botafogo viu o seu principal nome para o ataque em 2018 voltar a marcar na última partida deste ano. Ele encerrou a temporada com uma média de 0,31 gol/jogo, um pouco abaixo de Roger (0,34) que vai deixar o time. Mas lembremos: ele saiu do banco inúmeras vezes e não teve os garçons Montillo e Camilo, que saíram no meio do ano. No último domingo, o atacante deu uma palhinha do porquê pode brilhar mais em 2018: após assistência de Valencia, que parece ter conquistado a confiança de Jair Ventura na reta final de 2017 e teve, talvez, a melhor exibição no ano, Brenner vira grande esperança de gols.

 

Longevidade de Jair Ventura: Ao lado de Mano Menezes e Renato Gaúcho, o comandante do Glorioso é um dos três mais antigos no mesmo clube na Série A. Em 2017, os outros dois conquistaram títulos - e desacreditados. Por que Jair não conseguirá em 2018?

 

Patrocínio: Por um lado, o Botafogo perdeu a chance de ganhar muito dinheiro indo longe na Libertadores e com premiações do Brasileirão, mas a Caixa Econômica permanecerá em 2018 e injetará mais dinheiro - os valores ainda não foram divulgados, mas o aumento é certo. O youtuber Felipe Neto e a diretoria também já acenaram com a manutenção da parceria.

 

Nada de tensão eleitoral: A eleição de 2017 não foi das mais quentes, é verdade. E o próprio comandante Jair Ventura afirmou isso. Para mostrar que não tinha uma opinião isenta, ele admitiu que a de 2014, ano de queda, sim, teve. Mas, também é fato, que o clube caiu de rendimento em novembro. Ano que vem não tem eleição...

 

 

 

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