Reforços? Jair? Prioridade da nova gestão do Santos é o 13º salário

  • Ivan Storti/Santos FC

A palavra de ordem nos trabalhos da nova diretoria do Santos é cautela. Embora veja o início da temporada se aproximando e com poucas definições no departamento de futebol, a ideia da gestão Peres é não trocar os pés pelas mãos e não atropelar prioridades em troca de mais problemas a serem resolvidos.

Com aproximadamente R$ 40 milhões em dívidas e atraso no pagamento do 13º salário dos funcionários do clube, os dirigentes entendem as cobranças do torcedor em relação à montagem do time, mas o consenso dos cartolas é de que não se pode fazer loucuras no futebol e não honrar as obrigações gerais do Peixe.

O objetivo é só comprometer dinheiro com reforços e com a multa rescisória de Jair Ventura se conseguir recursos também para arcar com os salários devidos, se não houver essa condição, os negócios serão adiados ou será necessária uma nova modalidade nas tratativas, como trocas de jogadores ou o adiamento para janeiro.

Nesta semana, sem data definida, está prevista a ida ao Rio de Janeiro de Gustavo Vieira, executivo de futebol, e de José Carlos Peres, presidente do Santos, para negociar com o Botafogo a possibilidade de incluir atletas no abatimento da multa que ainda prende o treinador ao clube carioca.

Já é sabido que os botafoguenses não facilitarão a negociação e preferem o pagamento da cláusula em dinheiro. Neste momento é improvável um negócio diferente desta exigência. Algo que pode adiar o anúncio de Jair por mais alguns dias, até que se entre em um acordo entre as partes.

O elenco santista se reapresenta no próximo dia 3 de janeiro, somente duas semanas antes da estreia no Paulistão, contra o Linense, fora de casa.

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