Do heroísmo ao jejum: o ano de Rodrigo Pimpão no Botafogo

  • Thiago Ribeiro/AGIF

Rodrigo Pimpão não era para ser tudo o que foi em 2017. Mas foi, sim, e com méritos. Ele estava longe de ser a prioridade do ataque do Botafogo para a temporada, mas a contratação apenas de Guilherme como opção para a concorrer com ele, e já durante a pré-temporada, fez com que ele fosse a opção imediata do então treinador, Jair Ventura, para qualquer problema.

Calhou de João Paulo se lesionar e Camilo ser convocado para a Seleção Brasileira, o que lhe impossibilitaria de atuar na primeira rodada do Campeonato Carioca. Como resultado, caminho aberto para Pimpão, que brilhou no amistoso contra o Rio Branco (ES), e se garantiu na equipe ao longo da temporada.

Os primeiros meses foram mágicos. A disposição entregue ao time se transformou em gols internacionais. Contra o Colo-Colo, no Chile, fez o gol que empatou a partida e garantiu a classificação. Contra o Olimpia, no Nilton Santos, converteu de bicicleta. No mesmo estádio, já na fase de grupos, garantiu o triunfo sobre o Estudiantes, já pela fase de grupos.

Mais adiante, saiu dele o gol sobre o Atlético Nacional. Pimpão entrou na artilharia alvinegra na história da Libertadores. O problema foi a inconsistência. Uma vez que não brilhava tecnicamente, ele chegou a ver Guilherme ser titular em algumas ocasiões.

Houve também o episódio com Berrío. Numa dividida, causou lesão (não a atual) no colombiano do Flamengo e foi execrado nas redes sociais. Pediu desculpas e se retratou publicamente, e até se emocionou durante entrevista coletiva.

Terminou o ano em baixa: o último gol foi em agosto, e não conseguiu transformar em gol a avenida cedida por Leo Moura, do Grêmio, no segundo jogo das quartas de final da Copa Libertadores.

 

 

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