Chape busca retorno financeiro com política de empréstimo de jogadores

A Chapecoense mudou seu estilo de fazer futebol. Visando o lucro, o Verdão do Oeste passou a emprestar jogadores que não estão sendo aproveitados na equipe. Até o momento, sete atletas do time foram transferidos para outros clubes. Além de nomes providos da base, os jogadores que não rendem o esperado também entram na barca.

A intenção do clube de Chapecó é que os atletas possam se destacar em outras equipes para atrair atenção. O objetivo é que os jogadores sejam vistos para depois renderem lucro com possíveis contratações.

O diretor de futebol da Chapecoense, Rui Costa, comentou sobre a recente parceira com a Ponte Preta envolvendo Lucas Mineiro. O dirigente também falou sobre a importância dos contratos de empréstimo, tanto para o jogador quanto para o clube.

- Por que emprestar Lucas pra Ponte? É muito mais fácil vender o Lucas ele fazendo bons jogos na Ponte do que só treinado na Chape. É a tentativa de trazer ativos da base dando oportunidade para os atletas jogarem. Atlético-GO, onde está o Julio Cesar, é um clube formador. Ponte Preta é uma grande vitrine. Londrina é um clube empresa. Não é à toa - afirmou o executivo.

O Verdão do Oeste já emprestou Júlio César e Wesley Natã ao Atlético-GO, Bryan ao Náutico, Vinicius Guarapuava ao Guarani-RS, Rodrigo Alves ao Tubarão, Lucas Mineiro à Ponte Preta e Roberto ao Londrina.

Vice-líder do estadual, a Chapecoense volta a campo no domingo, pela 11ª rodada da competição. O duelo será contra o Inter de Lages, às 17h, na Serra catarinense.

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