Fim da linha: São Paulo decide demitir o técnico Dorival Júnior

Dorival Júnior não é mais técnico do São Paulo. A derrota por 2 a 0 para o Palmeiras, nessa quinta-feira, foi seu último jogo à frente do time. O fraco desempenho da equipe na temporada tornou sua situação insustentável diante da pressão recebida pelo presidente Carlos Augusto de Barros e Silva.

Uma reunião nesta sexta-feira selou o destino do treinador. O clube ainda vai definir um substituto, que já comandará a equipe contra o Red Bull, às 17h deste domingo, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista, no Morumbi. Saem com Dorival os auxiliares Lucas Silvestre, seu filho, e Leonardo Porto.

O técnico se apresentou ao clube em 10 de julho, para substituir Rogério Ceni, assinando contrato até dezembro de 2018. Dirigiu a equipe em 40 partidas, com 17 vitórias, dez empates e 13 derrotas, acumulando um aproveitamento de 50,83% dos pontos (pouco superior aos 49,54% de Ceni).

Deu entrevista coletiva nessa quinta-feira sem demonstrar tanto otimismo quanto antes. Apontou como vexatória a campanha no Campeonato Paulista, com 14 pontos em 33 disputados. Em 11 jogos, são quatro vitórias, dois empates e cinco derrotas e 42,4% de aproveitamento. Apesar disso, o time já está garantido nas quartas de final do torneio.

O treinador iniciou a temporada tendo como grande trunfo ter recuperado a equipe no Campeonato Brasileiro, saindo da zona de rebaixamento para protagonizar a quinta melhor campanha do segundo turno. Mas o time não rendeu o esperado em 2018 e o presidente Leco passou a conviver frequentemente com pedidos para demitir Dorival Júnior.

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