Jardine comanda São Paulo enquanto clube busca nomes; Luxa não agrada

Na tarde desta sexta-feira, André Jardine, que vinha comandando a equipe sub-20 do São Paulo, inicia mais um período como interino à frente do time principal. E será a opção enquanto a diretoria tenta encontrar um nome de consenso para substituir Dorival Júnior, demitido nesta sexta-feira.

Entre as opções, por enquanto, uma que está praticamente descartada é Vanderlei Luxemburgo. O técnico teve seu nome pedido pela Independente, principal organizada do clube, em protesto realizado há duas semanas, mas os principais aliados do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva asseguram que não há chance de sua contratação neste momento.

Por enquanto, a ideia é manter Jardine interinamente no cargo. Há um plano de carreira, para o treinador, que vem acumulando títulos nas categorias de base, e, dentro desse planejamento, a ideia é que ele se torne um auxiliar permanente como primeiro passo antes de ser efetivado como técnico.

Não "queimar" Jardine é uma das principais preocupações da diretoria, que aposta muito no treinador. Por isso, seguem as discussões em torno de um substituto para Dorival, com o intuito de trabalhar no clube, ao menos, até o fim da temporada.

No momento, nomes são citados, mas nenhum parece perto de uma unanimidade entre os dirigentes. Além de Luxemburgo, já se falou em Cuca, no ex-lateral-direito Jorginho, no ex-meia e lateral Leonardo e até em Milton Mendes, que comandou o Vasco recentemente. Mas, segundo pessoas próximas à diretoria, apostar em qualquer um desses, agora, não passa de uma tentativa de adivinhação.

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