Passaporte some e Bruno Henrique não tem data para ir aos EUA

O atacante Bruno Henrique vive um imbróglio fora dos gramados. Em tratamento de uma lesão no olho direito, o camisa 11 do Santos aguarda a entrega de seu passaporte e visto, solicitados em janeiro, para poder ir aos Estados Unidos, onde passará por exames mais detalhados no local do problema. A assessoria pessoal do atacante alega que a Polícia Federal e o Consulado não deram explicações plausíveis para a desaparição dos documentos - apenas o passaporte da esposa do jogador foi entregue.

O Santos, por sua vez, corre para solucionar o problema. Até mesmo o prefeito da cidade de São Paulo, o santista João Dória, pode ajudar. O clube enviou uma carta aos órgãos competentes enfatizando o caráter de urgência da situação e solicitou ao prefeito que faça o mesmo.

Bruno será levado ao John Hopkins Wilmer Eye Institute, em Baltimore, nos Estados Unidos, para passar por uma bateria de exames. O camisa 11 tem treinado com óculos protetor e ainda tem uma mancha em sua visão. O sangue no local precisa ser absorvido por seu organismo e não há prazo para tal.

Leia na íntegra a nota divulgada pela assessoria pessoal de Bruno Henrique:

O atacante Bruno Henrique ainda aguarda a resolução de uma situação envolvendo o seu passaporte para poder ir aos Estados Unidos concluir o tratamento de sua lesão sofrida no olho na estreia do Santos no Campeonato Paulista. O documento do atleta, ainda sem explicações concisas dos órgãos responsáveis, desapareceu após a solicitação do visto de entrada nos EUA.

Em janeiro deste ano, Bruno Henrique e sua esposa deram entrada no Consulado Americano com o pedido de visto em conjunto, uma vez que o casal se prepara para a chegada do filho e o enxoval será realizado naquele país. Após aprovação de ambos, foi marcada a data de retirada dos dois passaportes com o carimbo do visto. Ao chegar no local, apenas o documento da esposa do jogador foi entregue.

Por conta das lesões sofridas no olho de Bruno Henrique, o Santos tomou a decisão de levá-lo ao John Hopkins Wilmer Eye Institute, em Baltimore (EUA) para maiores avaliações. Assim, o jogador e seu empresário apresentaram a situação envolvendo o documento do atleta ao clube, que trabalha para regularizar o problema o mais rápido possível.

O Consulado, em conjunto com a Polícia Federal, pediu prazo para apresentar uma justificativa para o ocorrido. Por conta do caráter de urgência, que envolve a saúde do atleta em questão, o Santos enviou uma carta aos órgãos competentes e solicitou até mesmo ao prefeito de São Paulo, João Dória, para fazer o mesmo.

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