Equipe surpreende favoritos e busca dobradinha na Taça das Favelas

A sétima edição da Taça das Favelas chega ao fim neste sábado, com a equipe da Caixa D'Água na briga pelo título nas duas categorias. No feminino, o time da Zona Oeste enfrenta o Corte Oito, de Duque de Caxias, às 9h. Já no masculino, o duelo será contra a Vila Aliança, de Bangu, às 11h. As partidas serão realizadas no Estádio Moça Bonita, em Bangu. A equipe de Padre Miguel não chega como favorita, já que terá pela frente os atuais campeões da competição.

A final feminina será disputada em dois tempos de 35 minutos. Na masculina, serão 45 minutos cada. Em caso de empate, os títulos serão decididos nos pênaltis. As equipes terão direito a três cobranças.

- A importância desse torneio se resume dentro de um contexto social, em que pela primeira vez você tem como protagonistas jovens de favelas em vulnerabilidade e risco. Utilizar o futebol como ferramenta pedagógica talvez seja o maior legado que a gente possa deixar para eles - disse Mario Love, coordenador de esportes da Central Única das Favelas (Cufa), ao LANCE!.

Desde seu início, incluindo fases eliminatórias e peneiras, mais de 96 mil jovens moradores de favela participaram do torneio.

- É projeto único, inovador, uma proposta social. Mas como maior legado existe a possibilidade desses jovens ascenderem em um grande clube através do próprio torneio. O nosso principal objetivo é o legado social, o que acontece após isso é a colheita daquilo que a gente plantou - afirma Mario ao se referir a Matheus Alessandro, jogador do Fluminense que foi uma das revelações da Taça das Favelas. Ele foi semifinalista da primeira edição, em 2012, jogando pela Vila Vintém.

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