Revoltado, Palmeiras esnoba o Paulista e foca em 'objetivos maiores'

A revolta do Palmeiras com a arbitragem na final do Paulista foi tanta que o presidente Maurício Galiotte nem deixou o elenco participar da premiação no campo pelo vice-campeonato. O dirigente foi o único a falar depois da contestada derrota para o Corinthians na final do Allianz Parque e esnobou a competição, agora boicotada pelo clube.

Ao término do jogo, o dirigente entrou no campo com Alexandre Mattos e indicou para que todos saíssem. Apenas o Corinthians, campeão, participou do protocolo de premiação da Federação Paulista de Futebol, que teve sua competição muito criticada por Maurício.

Na opinião do presidente palmeirense, houve interferência externa na arbitragem de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, que marcou pênalti em Dudu, mas após uma reunião com seus auxiliares mudou a decisão.

O dirigente é um dos principais defensores ao uso do árbitro de vídeo, mas foi voto vencido na conselho técnico para o Brasileiro de 2018 - o Corinthians, por exemplo, votou contra.

Nesta segunda-feira, a festa da FPF para os melhores do Paulista não terá nenhum representante do Palmeiras, como protesto. Na quarta-feira, o time já terá um "objetivo maior", como disse seu mandatário: enfrentará o Boca Juniors (ARG), pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. Os ingressos já estão esgotados para o confronto de quarta, de novo no Allianz.

- O objetivo do Palmeiras é muito maior, o Palmeiras hoje está muito forte. Temos todos os atributos de uma grande equipe, temos uma torcida apaixonada, que lotou o Allianz Parque, temos um grande elenco, temos uma arena, uma condição financeira equilibrada. O Palmeiras é muito maior do que o que aconteceu - esbravejou Galiotte.

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