Maurício Barbieri ganha força no Flamengo, mas ainda divide opiniões

Ao fim do treino de segunda, Maurício Barbieri, Eduardo Bandeira de Mello e Ricardo Lomba permaneceram no Campo 4 do Ninho do Urubu e conversaram por cerca de 15 minutos. A presença do presidente e vice de futebol no CT e a "reunião" fazem parte da avaliação constante sobre o trabalho do auxiliar.

A cinco dias da estreia do Brasileirão, Barbieri inicia a semana como interino ganha força para comandar o time diante do Vitória, no sábado, em Salvador.

A efetivação de Maurício Barbieri divide opiniões desde o início nos bastidores da Gávea. O auxiliar foi o único que "sobreviveu" à queda no Estadual: saíram Carpegiani e os também auxiliares Jayme de Almeida e Rodrigo Carpegiani.

Além deles, o diretor Rodrigo Caetano, o gerente Mozer e o preparador Marcelo Martorelli também deixaram o clube da Gávea após a derrota para o Botafogo.

Quando foi apresentado como novo diretor de futebol, Carlos Noval marcou sua posição ao declarar que o auxiliar faz o perfil de técnico que o agrada e elencou qualidades do jovem profissional, que chegou ao Flamengo em 2018.

A outra corrente nos bastidores da Gávea pressiona a direção, em especial o presidente Eduardo Bandera de Mello, pela chegada um técnico de renome, capaz de cobrar o atual elenco, com grandes nomes, de "cima para baixo".

Os entraves, neste caso, são as questões financeiras e as poucas opções livres no mercado - e dispostas a assumir o comando do Flamengo. Renato já disse que não deixará o Grêmio. Luiz Felipe Scolari, por sua vez, está na Europa e deve priorizar propostas de outros países antes de decidir voltar ao Brasil.

Ainda sem encontrar um nome que agrade na Gávea, a cúpula do futebol do presidente Eduardo Bandeira de Mello enxerga a pressão crescer a cada dia.

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