Diretor do Atlético-MG vai à CBF e reclama de árbitro de jogo contra Vasco

  • Bruno Cantini/Atlético

Inconformado com erros de arbitragem no jogo contra o Vasco pela primeira rodada do Brasileirão, neste domingo, o diretor de futebol do Atlético-MG, Alexandre Gallo, foi à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) nesta segunda-feira. O dirigente protestou as marcações do árbitro André Luiz de Freitas Castro na partida.

Um dos lances foi de Evander. O jogador vascaíno entrou com força excessiva em Luan, em que acertou a coxa do meia-atacante atleticano. O lance foi perto do assistente Cristhian Passos Sorence, que não auxiliou André Luiz de Freitas Castro.

"Vim protocolar a nossa indignação. Respeitamos muito o coronel Marinho, o Sérgio Corrêa, que são pessoas que ajudam o futebol. Nossa missão é colaborar e fazer com que a arbitragem tenha um crescimento. Mas não podemos aceitar o que aconteceu ontem, que são lances que as pessoas dizem que são capitais, mas que nos incomodaram muito", explicou o dirigente.

"Por exemplo, a expulsão que não aconteceu do jogador do Vasco, num carrinho no Luan. Para a gente, nos deixaria numa condição boa no primeiro tempo para vencer a partida. A gente não entende esse tipo de critério, pois é um lance tão claro, perto do árbitro e a três metros do bandeira. O atleta do Vasco entrou por cima da bola de uma forma desleal. Ele entrou para machucar nosso atleta, que está todo marcado. Esse critério tem de ser revisto e nos incomodou. Tenho de protocolar nosso desconforto", completou Gallo, em entrevista à Rádio Itatiaia.

O gol da virada do Vasco, aos 53 minutos da etapa final, também foi questionado, pois o pênalti marcado a favor dos visitantes foi muito duvidoso. Porém, a condução do jogo foi o ponto mais atacado pela diretoria do Atlético-MG.

- Não temos dúvida (do pênalti). Porém é um lance que pode até gerar uma situação de dúvida. Mas a condução do jogo não foi como pensávamos. No segundo tempo, já com o 1 a 1, houve uma falta lateral escandalosa no Victor, nosso goleiro, e a falta de diálogo com nossos atletas. Esse diálogo tem que ser curto, mas nesse lance específico incomodou a todos nós, ao nosso capitão, que é o Victor - concluiu Gallo.

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